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UNIGRAN comemorou Dia do Psicólogo com seminário sobre saúde

27 agosto 2005 - 16h49

A saúde mental da comunidade indígena, do trabalhador comum, do estudante universitário e das pessoas na chamada “terceira idade” foi o assunto escolhido pela Coordenação do curso de Psicologia da UNIGRAN para lembrar do “Dia do Psicólogo”, 27 de Agosto. A data, contudo, foi comemorada na semana passada, no simpósio “Perspectivas Atuais em Saúde Mental”, que contou com a participação de alunos do primeiro ao quinto anos. A antecipação das comemorações, segundo o professor Luis Antonio Martins, coordenador de Psicologia, possibilitou reunir no mesmo evento pesquisadores de grande renome em cada tema. A proposta do simpósio foi mostrar aos acadêmicos algumas áreas de especialidades que se abrem no Brasil aos psicólogos, como profissionais integrados em equipes multidisciplinares de saúde. “A Psicologia já foi considerada ciência da área de humanas e, hoje, estamos mais próximos da área da saúde. Essa transição é o ponto principal e o nosso trabalho na área da saúde é em saúde mental, que envolve todas as relações humanas com o trabalho e com as outras pessoas. Nossos papéis estão crescendo bastante, por isso, a gente escolheu o tema saúde mental para o seminário”, explicou o professor Luiz Martins.As abordagens trouxeram mais informações sobre pesquisas, novos métodos de avaliação e conceitos em saúde mental que estão ganhando adeptos entre os profissionais do mundo todo. Um dos maiores nomes do Brasil nas áreas de Psicologia Médica e Psiquiatria, o professor Dorgival Caetano, pós-doutor, chefe do Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental da UNICAMP (Universidade de Campinas), prestigiou o Seminário alertando para a necessidade de se criar imediatamente no país políticas públicas voltadas para a saúde mental. A idéia é dar condições de envelhecimento com qualidade de vida, a fim de que a depressão e outros transtornos mentais não se tornem doenças crônicas. Especialmente na terceira idade, elas desencadeiam outras doenças, que podem ser evitadas com a prevenção. A prevenção, por meio de programas de melhoria de qualidade de vida, “evitam muito sofrimento humano e altos custos econômicos”, disse o professor. Ainda sem pesquisa no Brasil, o palestrante observou disse que, nos Estados Unidos, estima-se que os prejuízos

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