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Seminário vai debater interação da saúde na fronteira

07 maio 2005 - 10h31

A proposta da interação dos serviços de saúde da região de fronteira será discutida durante o 1º Seminário de Integração dos Sistemas de Saúde Brasil-Bolívia, que acontece no período de segunda-feira 9 a quarta-feira 11, em Corumbá. O evento é uma iniciativa e realização da Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Saúde, em parceria com o governo do Estado (Secretaria de Saúde), Ministério da Saúde, governo da Bolívia e participação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Vem ao encontro da proposta do prefeito Ruiter Cunha de Oliveira (PT) que é estabelecer uma parceria entre os dois países.O seminário, segundo o secretário municipal de Saúde, Hugo Costa Filho, é o passo inicial para a elaboração de uma proposta prática de ações em saúde, "abrangendo a região de fronteira principalmente no que tange à questão de vigilância em saúde".A temática em discussão nos três dias será "Uma proposta à luz do SIS Fronteiras", o Sistema Integrado de Saúde das Fronteiras,desenvolvido pelo Ministério da Saúde, justamente para viabilizar uma ação diferenciada para estas regiões, cujos sistemas atendem a população flutuante fronteiriça. Hugo Costa informou que há necessidade de se definir um programa único de saúde, através da criação de um comitê de fronteira, pró-saúde, para planejar as ações, promover o intercâmbio de informações e conjugar resultados. "Será um encontro de importância relevante. A experiência de Corumbá poderá inclusive servir de modelo para todas as regiões de fronteira da América do Sul", disse o secretário.Ele ressalta que, em Corumbá, o sistema público de saúde é responsável pelo atendimento não só da população corumbaense, mas também de grande parte da Bolívia, principalmente das cidades vizinhas, casos de Puerto Quijarro e Puerto Suárez. "O sistema tem que ser regionalizado. Doença não tem fronteira. Não adianta tratar apenas a população corumbaense se as duas, daqui e da Bolívia, interagem diariamente. Precisamos de um programa único. Se ocorrer um caso de dengue lá, o combate tem que ocorrer de forma conjunta", argumentou.Hugo ressalta ainda que a proposta de integração dos serviços de saúde dos dois países surge como alternativa para equação do setor nos municípios de fronteira, com atendimento planejado e regionalizado. Ele prega a parceria entre os dois países no monitoramento dos serviços de saúde, visando à melhoria das condições de vida das populações residentes nesta região fronteiriça."Este seminário contribuirá para a criação de ferramentas de gestão eficazes, possibilitando a integração da oferta de serviços prestados, racionalizando a organização e utilização dos recursos disponíveis para a saúde da fronteira", concluiu Hugo Costa.

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