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Programa de Saúde de MS registra caso único na medicina

20 abril 2004 - 11h48

Através do Programa de Proteção à Gestante de Mato Grosso do Sul está sendo possível diagnosticar e prevenir 11 tipos de doenças, uma delas, inclusive, nunca registrada pela medicina. É o caso da Fenilcetonúria Materna (PKU), um distúrbio no metabolismo da mãe que pode causar retardo mental no bebê. O relatório do programa referente ao período de novembro de 2002 a março de 2004, indica que esse exclusivo diagnóstico foi realizado em fevereiro do ano passado.Além desse dado, durante o 2° Simpósio de Proteção à Gestante, os profissionais que desenvolvem o programa estadual estão apresentando números que justificam o trabalho que vem sendo realizado, já que é grande o número de gestantes com alguma doença. Das 48.794 futuras mães que passaram pela triagem, 1.983 receberam o diagnóstico de enfermidade.Desse total, 745 estão com hepatite, 99 com Chagas, 128 com Aids, 46 com o vírus HTLV (que ataca as células de defesa do organismo, podendo causar um tipo de leucemia), 171 com toxoplasmose, 24 com rubéola, 461 com sífilis, 35 com citomegalovírus (vírus que pode matar o feto ou causar retardamento mental na criança), 11 com herpes e o único caso de PKU materna.Isso foi possível, porque essas mulheres procuraram uma unidade de saúde do Estado. Hoje, o programa tem uma cobertura de 94% das gestantes dos 77 municípios. E, com o diagnóstico, as gestações estão sendo acompanhadas e os resultados são: nenhum bebê contaminado pelo HIV e nenhuma criança nascida com hepatite B.“É uma revolução na área de prevenção e, embora já exista em Goiás, Mato Grosso do Sul foi pioneiro. Nós, que atuamos nas Apaes de todo o país, sabemos que 70% dos casos que enfrentamos poderiam ser evitados. Então, temos como meta trabalhar para que o Programa de Proteção à Gestante seja implantado nacionalmente”, disse o presidente da Federação Nacional das Apaes, Luiz Alberto Silva.O simpósio, que está sendo realizado no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, termina hoje, às 18 horas. O objetivo é apresentar as realizações do Programa de Proteção à Gestante e saber como ele pode ser melhorado. 

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