O secretário municipal de Saúde de Dourados,
João
Paulo
Esteves, entregou hoje para seis representantes dos estudantes da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD para entregar documentos que comprovariam a crise da saúde
em Dourados. A
reunião durou duas horas e os estudantes, que integram a Comissão formada para acompanhar as negociações do financiamento do Hospital Universitário entre Governo do Estado e Prefeitura saíram com a versão da Prefeitura sobre o assunto em mãos.
No “dossiê” entregue aos estudantes havia cópias de vários documentos para a Comissão onde constam demonstrativos de custeio, receita e despesas do HU, repasses efetuados do Fundo Estadual para o Municipal, convênios e portarias, relatórios da produção da atenção hospitalar de Dourados incluindo a do Hospital de Urgência e Trauma, planilhas de planejamento financeiro da Secretaria, um relatório do Denasus sobre o HU e a proposta de acordo feita pela gestão municipal do Estado.
O secretário disse que não tem nada a esconder e que os valores estão à disposição de qualquer pessoa que queira conferir. “E nos colocamos à disposição não só dos estudantes, mas de toda sociedade, para terem acesso aos números e ao financiamento da saúde de Dourados. As portas da Secretaria estão abertas e a equipe pronta para atender”, enfatizou
João
Paulo
.
Os acadêmicos agora vão analisar os documentos e em seguida deverão pegar os dados também do Governo do Estado.
Repasses
Nesta segunda-feira (31), na Câmara, o Governo do Estado fez o repasse de R$ 1 milhão e 456 mil referentes ao pagamento de três parcelas atrasadas do HU, no valor de 150 mil cada, de duas parcelas atrasadas do arrendamento do Hospital Santa Rosa, no valor de 56 mil cada, três parcelas atrasadas do programa de incentivo à média complexidade, no valor de 150 mil cada e liberou 500 mil como forma de auxílio para o HU.
Segundo dados da Prefeitura, sem a ampliação dos leitos de UTI, o custo operacional dos dois hospitais do município, (da Mulher e o de Urgência e Trauma), somam R$ 1 milhão e 300 mil mensais, sem contar o custeio do HU que é de R$ 1 milhão e 950 mil. Além dos hospitais públicos, a prefeitura de Dourados mantém atendimentos no Hospital Evangélico, para casos graves de trauma, oncologia e terapia renal substitutiva e no Instituto do Coração para os casos de cardiologia cirúrgica, com um custo que gira em torno de R$ 1 milhão ao mês.
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