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Subestações de energia do MS ganham mais potência

04 outubro 2011 - 11h37

A robustez no sistema de distribuição de energia vai ser tamanha que, da noite para o dia por exemplo, a cidade de Corumbá, hoje a terceira maior de Mato Grosso do Sul, poderá crescer até 62,5% que vai continuar tendo a mesma qualidade no fornecimento de energia elétrica.

É como se nenhum aparelho fosse ligado e provocado uma mínima sobrecarga. Esse conforto vem graças a um programa de aumento de potência das subestações que envolve desde a aquisição de transformadores e outros equipamentos responsáveis pelo recebimento e transformação da energia que chega das usinas para ser distribuída aos clientes tanto nas áreas urbanas bem como nas rurais.

O programa está levando esses investimentos, que ultrapassam a casa de R$ 20 milhões, a diversas regiões onde, em algumas, o aumento da capacidade do sistema de distribuição é ainda mais surpreendente.

É o caso de Nova Andradina. Lá será instalado um novo transformador aumentando significativamente a potência instalada, ou seja vai passar de 25 para 55 MVA. Em Dourados a subestação Maxwell passa de 50 p/ 66,5 MVA e na Miguel Couto em Campo Grande o aumento de potência disponível é de 35%.

Ao lado desse aumento de potência que inclui também a construção de mais subestações em Dourados e na Capital, o programa vai dar mais versatilidade para as manutenções preventivas e consequentemente, um fornecimento cada vez mais contínuo já que estão sendo instalados nas redes um número ainda maior de religadores telecomandados.

São equipamentos que permitem, quando necessárias, manobras entre os pontos de suprimento a partir do Centro de Operação em Campo Grande com intervalos de tempo muito pequenos ou até imperceptíveis. Esse nível de agilidade é resultado da alta tecnologia que a Enersul aplica ao sistema elétrico.

As obras para aumentar a potência instalada nas subestações começaram há quatro meses e são realizadas sem necessidade de desligamento. Tudo é feito com utilização de subestações móveis e com serviços em linha viva, ou seja com a subestação energizada para manter a continuidade do fornecimento de energia e preservar o conforto do cliente.

A conclusão das obras está prevista para no máximo 90 dias e deixará o sistema elétrico nessas localidades redimensionado para atender nos próximos anos desde o crescimento do setor produtivo ao aumento populacional.

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