Uma mulher de 36 anos foi condenada em Paranaíba, cidade localizada na região Leste de Mato Grosso do Sul, a 22 anos, 9 meses e 16 dias de prisão por perseguir e difamar na internet ao menos 15 pessoas ligadas ao ex-marido. Segundo a Justiça, os ataques ocorreram ao longo de dois anos.
Ela foi presa na zona norte de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul. A mulher está detida desde setembro de 2024, e a decisão de condenação ainda cabe recurso.
De acordo com as investigações, o ex-companheiro da acusada havia se mudado da cidade paulista para Paranaíba. Após descobrir o novo endereço, ela começou a divulgar acusações falsas na internet, afirmando que o ele seria “estuprador de crianças” e teria um mandado de prisão em aberto.
Segundo a polícia, as ofensas também atingiram familiares, amigos e empregadores da vítima, causando prejuízos emocionais e profissionais.
A Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM) informou que a acusada usava chips telefônicos registrados em nome de terceiros, em algumas situações no nome das próprias vítimas e criava perfis falsos nas redes sociais.
A polícia também identificou que ela abriu uma ação judicial alegando abandono afetivo e apresentou imagens de conversas que, segundo as vítimas, teriam sido manipuladas.
Ela foi condenada pelos crimes de denunciação caluniosa, ameaça, falsa identidade, perseguição (stalking), falsidade ideológica, invasão de dispositivo informático e injúria racial.
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