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ECONOMIA

MS é único do Centro-Oeste a apresentar crescimento na indústria em 10 anos

22 julho 2021 - 14h53Por Da redação

Pesquisa Anual Industrial do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que Mato Grosso do Sul foi o único Estado da região Centro-Oeste que apresentou crescimento no setor industrial em 10 anos. Com aumento de 6,7% na participação do (VTI) Valor de Transformação Industrial, MS passou da 3ª para a 2ª posição no ranking regional, no período, alcançando 25,4% da produção.  

Conforme a pesquisa, o VTI subiu de 6.84 bilhões em 2010, para 20,05 bi em 2018 e caiu para 19,63 bilhões em 2019. Apesar da queda no último ano, o aumento em uma década foi de cerca de 187%

A fabricação de produtos alimentícios é a principal atividade de todos os Estados da região Centro-Oeste.

Conforme os dados, o Centro-Oeste apresentou o maior aumento em participação no VTI da indústria brasileira em 10 anos (1,1 p.p.). Embora o ranking estadual seja liderado por Goiás (47,3%), o destaque regional foi a indústria do Mato Grosso do Sul (25,4%), que, em 10 anos, aumentou a participação em 6,7 p.p (pontos percentuais), com ênfase na expansão da produção de papel e celulose e de biocombustíveis, que praticamente dobraram a participação estadual em 10 anos. 

Os dados mostram que apesar de liderar, Goiás apresentou queda em p.p. na área, em 10 anos, passando de 49,8 para 47,3. 

As três principais atividades do Mato Grosso do Sul, complementadas pela indústria alimentícia, concentraram cerca de 78,7% do VTI estadual, revelando forte concentração produtiva e, consequentemente, dependência desses mercados. Mato Grosso (23,4%) e o Distrito Federal (3,9%) completam o ranking da Região, ambos com forte predominância da indústria de alimentos.

Ambos registraram queda em p.p. no setor, sendo Mato Grosso de 25,7 para 23,4, Distrito Federal de 5,8 para 3,9. 

MS tinha 1.626 empresas industriais ativas em 2019 

O universo da pesquisa, formado por indústrias com 5 ou mais pessoas ocupadas, englobou 1.626 empresas ativas em 2019 no estado, 26 a menos em relação a 2018. O maior número de empresas está ligado à fabricação de produtos alimentícios (458 empresas), seguido por fabricação de produtos não minerais não-metálicos (159 empresas) e fabricação de produtos de metal, exceto máquinas e equipamentos (145 empresas). No Brasil, foram registradas 183.798 unidades locais industriais de empresas em 2019.

Indústria ganhou 19,2% de postos de trabalho nos últimos dez anos 

Em Mato Grosso do Sul, a atividade industrial foi responsável por empregar cerca de 91,7 mil pessoas em 2019, em relação às empresas com 5 ou mais pessoas ocupadas. Nos últimos 10 anos, o setor ganhou 14,7 mil postos de emprego, valor que representa um aumento de 19,2% em comparação a 2010 (76,9 mil). As Indústrias de transformação representam 97,5% do total de pessoas ocupadas na Indústria. Neste setor, as atividades que apresentaram maior percentual de pessoas ocupadas em 2019 foram: fabricação de produtos alimentícios (42,3%), fabricação de coque, de produtos derivados do petróleo e de biocombustíveis (19,5%) e fabricação de celulose, papel e produtos de papel (6,7%).

Indústria de papel e celulose tem destaque no estado 

Em Mato Grosso do Sul, entre as atividades das Indústrias de transformação, as que apresentaram maior crescimento no número de pessoas ocupadas de 2010 a 2019 foram: fabricação de celulose, papel e produtos de papel (233%). fabricação de produtos diversos (115,8%) e fabricação de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (59%). A indústria de celulose empregava 1.863 pessoas em 2010 e passou a empregar 6.213 em 2019. Em 2018 eram 5.791, o que expõe um aumento de 7,2% em um ano. Gastos com Salários, retiradas e outras remunerações cresceram 157% entre 2010 e 2019. Os valores atribuídos a salários, retiradas e outras remunerações saltaram de 1,22 bilhões em 2010 para 3,16 bilhões em 2019, perfazendo um crescimento de 157,32% em 10 anos. De 2018 para 2019, o aumento foi de 5,5%

Indústrias de fabricação de alimentos continuam sendo as que mais geram receita 

Em 2019, a PIA-Empresa mostrou que, em MS, as empresas ativas geravam receita de 50.7 bilhões. Dentre estas, as da indústria da transformação geravam 49,49 bilhões. O destaque fica para as indústrias de fabricação de alimentos, que geraram receita de 21,52 bilhões, seguidas pela de papel e celulose, com 8,8 bilhões. Etanol e carnes aumentam sua receita líquida de vendas no estado Entre as maiores participações na receita de vendas em 2019, no estado, estão as Pastas químicas de madeira, à soda ou ao sulfato, exceto pastas para dissolução (9,28 bilhões e participação de 28,6% da receita nacional). Em seguida, vêm carnes de bovinos frescas ou refrigeradas (R$ 8,26 bilhões e 14,4% da produção nacional), aumento de 22,9% em relação a 20018 (R$ 6,72 bilhões em receita de vendas). Outro produto em destaque é a produção de álcool etílico (etanol), cuja receita de vendas em 2019 foi de R$ 5,7 bilhões e participação de 11,04% da receita nacional. Comparando-se com 2018, houve um crescimento de 11,1% (R$ 5,1 bilhões em 2019).

Etanol e carnes aumentam sua receita líquida de vendas no estado 

Entre as maiores participações na receita de vendas em 2019, no estado, estão as Pastas químicas de madeira, à soda ou ao sulfato, exceto pastas para dissolução (9,28 bilhões e participação de 28,6% da receita nacional). Em seguida, vêm carnes de bovinos frescas ou refrigeradas (R$ 8,26 bilhões e 14,4% da produção nacional), aumento de 22,9% em relação a 20018 (R$ 6,72 bilhões em receita de vendas). Outro produto em destaque é a produção de álcool etílico (etanol), cuja receita de vendas em 2019 foi de R$ 5,7 bilhões e participação de 11,04% da receita nacional. Comparando-se com 2018, houve um crescimento de 11,1% (R$ 5,1 bilhões em 2019).

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