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MS é o 2º Estado com menos favelas do Brasil

22 dezembro 2011 - 09h12

Mato Grosso do Sul tem a segunda menor proporção de favelas do país, com 0,25% de domicílios, ficando atrás apenas de Goiás, que tem 0,13% de ocupação irregular. A maior concentração é no Pará, com 17,4% dos domicílios em favelas.

Os dados são do Censo 2010 divulgado hoje pelo IBGE, que revela a situação de todo país em relação a ocupação de aglomerados subnormais, o nome técnico utilizado para definir conjuntos habitacionais irregulares – favelas, palafitas ou outros.

O levantamento classifica 879 domicílios do Estado como irregulares, para o total de 763.696 residências. Eles estão distribuídos em 8 aglomerados subnormais, sendo 5 em Corumbá (Havaí, Jatobá, Loteamento Pantanal, Tiradentes e Vulcano) e 3 em Campo Grande.

Em 2010, segundo o IBGE, as favelas de MS estavam concentradas apenas na Capital. Eram 6 aglomerados ao todo: Piratininga, Dona Neta, Aero Rancho 2, Santa Luzia, Sayonara e Jardim Noroeste.

De acordo com a última pesquisa, as favelas na Capital mudaram de local e estão distribuídas pelos bairros da Vila Nasser (Vila Nossa Senhora Aparecida), Dom Antônio Barbosa, (Cidade de Deus) e Moreninhas (Alta Tensão).

No entanto, o IBGE ressalta que os dados foram colhidos em meados de 2010 e, portanto, a realidade de alguma dessas comunidades já pode ter mudado, não sendo mais classificadas como favelas. A constante mudança de local e população é uma das características destacadas pelo Instituto sobre os aglomerados.

Um exemplo é a favela da Cidade de Deus, construída aos pés do lixão, que em setembro deste ano foi removida para as 362 casas do residencial José Teruel Filho. Com isso, os moradores dizem que apenas 20 famílias continuam morando em barracos, quantidade que não é considerada suficiente para ser classificada como um aglomerado subnormal.

Para ser um aglomerado, é preciso um conjunto constituído de no mínimo 51 unidades habitacionais carentes de serviços públicos essenciais, ocupando ou tendo ocupado recentemente terreno de propriedade alheia (pública ou particular) e distribuídos de forma desordenada na área.

A falta de vias adequadas para circulação de meios de transporte e a ausência da rede de esgoto e energia também são fatores considerados para a classificação.

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