Com pesar, o TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul) informa o falecimento nesta quarta-feira, dia 6 de outubro, do desembargador aposentado Atapoã da Costa Feliz. Paulista de Guararapes, Atapoã nasceu no dia 10 de novembro de 1944, formou-se em Direito em 1970 e ingressou na magistratura em dezembro de 1979, na comarca de Glória de Dourados. O velório será nesta quinta-feira (7), das 13 às 15 horas, no cemitério Jardim das Palmeiras, situado na Avenida Tamandaré, ao lado da UCDB.
O presidente do Tribunal de Justiça, Des. Carlos Eduardo Contar, lamenta o falecimento do magistrado, destaca que atuou por sete anos ao lado de Atapoã e tem muitas lembranças do trabalho dele como desembargador. “Lembro-me de suas decisões, de sua atuação neste Sodalício e posso afirmar, com certeza, que ele deixou bons exemplos para a magistratura. Cumpriu com seu dever, honrando a missão escolhida e, mesmo sendo bastante reservado, nunca descurou de fazer justiça”, garantiu.
Perfil – Atapoã advogou por sete anos na cidade de São Paulo, antes de ingressar na magistratura. Em 1980, foi promovido para a 2ª Vara de Paranaíba e, em abril de 1982, foi removido para a 1ª Vara da Comarca de Amambai. Seis meses depois, a pedido, foi removido para a 2ª Vara Cível de Corumbá. Foi promovido em novembro de 1986 para a 7ª Vara Criminal e, 11 meses depois, a pedido, foi removido para a 5ª Vara Cível da Capital.
Em fevereiro de 1992, no interesse da justiça, foi removido para a 3ª Vara Criminal. Em 1992 e 1993, respectivamente, foi designado para atuar no 1º Juizado Especial Cível de Campo Grande e para integrar a Turma Recursal Criminal do Juizado Especial. Em novembro de 1994, deixou a 3ª Vara Criminal e passou a atuar na 1ª Vara Criminal.
Um ano depois foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça. Exerceu o cargo de Corregedor-Geral de Justiça nos biênios 2003/2004 e 2011/2012. Tornou-se presidente do Tribunal Regional Eleitoral no biênio 2013/2014. Aposentou-se em outubro de 2014.
Atapoã, contudo, não dedicou sua vida apenas à justiça. Instrumentista extraordinário, voltou-se para a Música de Câmara. Muito conhecido e respeitado, o desembargador tem alguns CDs gravados: O Zodíaco (2006), Música de Câmara (2007), Casa de Sapo (2008), Constelações (2009), Pedras Preciosas (2010) e Atapoã para Piano (2011).
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