A garagem localizada em Campo Grande, acusada por diversos clientes de aplicar golpe, negou as acusações e afirmou que o que ocorreu foi um atraso no pagamento. Nesta segunda-feira, dia 19 de janeiro, o site Midiamax, divulgou o caso de uma vítima que deixou seu carro no estabelecimento para realizar uma vistoria cautelar, e o veículo foi vendido sem que ele recebesse valor algum.
Contatada, a garagem deu um parecer sobre o caso. A equipe diz que fez a negociação, mas ocorreu um atraso no pagamento. Ainda, conforme a nota de esclarecimento, todas as informações foram repassadas diretamente aos envolvidos.
Confira a resposta do estabelecimento
“Olá! Em resposta afirmamos que essas informações não são verídicas e a matéria está incompleta! Nós temos um contrato assinado pelo cliente, o qual autoriza a venda do veículo.
Diante disso, fizemos a negociação e o que ocorreu foi um atraso no pagamento, no entanto, todas as informações estão sendo repassadas diretamente aos envolvidos.
Todas as tratativas estão sendo adotadas de acordo com a legislação vigente e permanecemos de portas abertas demonstrando nossa boa-fé e comprometimento com nossos clientes.
Sem mais! Agradecemos à compreensão.”
Série de casos
Na tarde de ontem (19), o Jornal Midiamax divulgou o caso de um jovem de 26 anos que deixou seu carro, um Volkswagen Nivus, na garagem, para realizar uma vistoria cautelar, e o veículo foi vendido sem que ele recebesse valor algum.
Segundo o advogado da vítima, a garagem inventou diversas desculpas para o atraso do pagamento. O dono do Nivus, então, começou a buscar na internet e descobriu que seu carro já estava em Três Lagoas. Ele afirma que o carro foi vendido sem autorização.
Ao procurar a delegacia, a vítima foi informada de que esse seria o 7º caso semelhante, somente naquela semana. Todas as denúncias seriam contra a mesma garagem.
Também na última semana, uma mulher também denunciou a garagem, alegando que o proprietário da empresa fez uma proposta para comprar seu carro, afirmando que ela depois receberia o valor da carta de crédito.
A vítima aceitou. Foi pago um sinal de R$ 10,3 mil, e o restante, R$ 92,7 mil, deveria ser quitado até o dia 22 de dezembro. Porém, o pagamento não foi feito na data combinada.
Diante da situação, a mulher pediu o veículo de volta, mas foi informada de que o carro estaria com um terceiro. Dias depois, a vítima viu o veículo anunciado para venda em uma garagem de Três Lagoas.
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