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Confirmados 19 casos de leishmaniose humana e duas mortes em Coxim

25 agosto 2011 - 08h53

Os casos de leishmaniose em humanos, no município de Coxim, já são considerados epidemia. Até ontem (24), a informação da secretaria de Saúde é que existem 26 casos notificados e 19 confirmados.

De acordo com a agente de Vigilância Sanitária Adriana Haidar, não existe uma região específica, os humanos infectados pela doença estão em toda a cidade, inclusive no assentamento Vale do Taquari.

Dois homens morreram por causa da doença. Em setembro de 2010, a leishmaniose visceral matou o funcionário público municipal, João Gonçalves da Silva, 55 anos. Em março de 2011 morreu o aposentado Luiz Félix da Silva, 88 anos.

O maior problema é que há 40 dias a prefeitura não realiza coletas de sangue para exames e eutanásia dos cães doentes, pois o contrato com o médico veterinário responsável por esses serviços venceu e ainda não foi renovado.

Segundo o site Edição Notícias, o secretário de Saúde, Gilberto Portela, desmentiu a informação e garantiu que Elton Villar de Jesus, o médico veterinário em questão, está trabalhando. Entretanto, Elton afirmou que não trabalha para a prefeitura de Coxim desde o dia de 15 de julho, ou seja, há 40 dias.

A informação do médico veterinário é que o contrato entre sua clínica e a prefeitura está sendo elaborado, “mas até o momento não assinei nada”, disse. De acordo com o médico veterinário, eram feitos cerca de 10 exames por dia em cães, sendo que a maioria dava positivo.

O número de cães sacrificados por mês era de aproximadamente 200. Esses números são referentes ao trabalho desenvolvido pelo município, sem contabilizar os exames e eutanásias de clínicas particulares.

####Cuidado com o cão

Cada cidadão deve cuidar do seu cão e do quintal, evitando acúmulo de lixo, principalmente de matéria orgânica, como restos de comida. A melhor maneira de prevenir a doença é colocar uma coleira no cão. A coleira consegue proteger o seu cão contra flebótomos, moscas e carrapatos com alta eficácia e pode ser comprada em agropecuárias ou clínicas.

A promotora de Justiça, Daniella Costa da Silva, o MPE (Ministério Público Estadual) instaurou inquérito civil para apurar a situação da doença em Coxim. As informações repassadas ao MPE eram de que a doença estava controlada. Porém, diante das novas informações, a promotora promete tomar novas providências, pois trata-se de uma questão de saúde pública.

###### (Fonte: Campo Grande News)

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