Quem não se lembra dos carros com alto falante em um grande cortejo circense anunciando a chegada do circo na cidade? Esta foi a solução encontrada em tempos de pandemia para a realização do projeto Caravana de Circo do MS. Fazer com que o espetáculo chegue à casa das pessoas. E não será pela TV, internet ou pelas redes sociais não! Será como antigamente: ao vivo e em cores. Em formato de caravana, passando no portão de casa, com acrobatas, malabaristas, pernas de pau, palhaços, comedor de fogo, apresentador e música.
Com recursos do FIC o Circo do Mato, de Campo Grande, e Circo Le Chapeau, de Dourados, levarão atrações circenses a oito municípios no interior do Estado e alguns distritos. São eles: Nova Andradina, Batayporã, Taquarussu, Distrito Prudêncio Tomaz (Aroeira), Rio Brilhante, Guia Lopes da Laguna, Jardim e Distrito de Boqueirão, Aquidauana, Distrito de Camisão e Anastácio.
Vinte apresentações gratuitas, abertas ao público em geral, contarão com o apoio das prefeituras e secretarias locais de cada município. O projeto tem a participação de Mauro Guimarães, Laila Pulchério, Yago Garcia e Frank Salomão do Circo do Mato e Junior de Oliveira, João Rocha, Társila Bonelli e João Dias, do Circo Le Chapeau.
“O cortejo será realizado com veículos dos próprios grupos e um caminhão onde será instalado um aparelho aéreo de circo. Esses veículos serão customizados para remeter aos antigos desfiles dos circos quando entravam nas cidades, desfilando com todo o elenco e seus principais animais para atrair a população para irem ao circo. Neste projeto os artistas estarão performando o tempo todo, os espectadores ficarão nas janelas de suas casas, nas varandas ou calçadas e assistirão de camarote, com toda segurança necessária para este período pandêmico”, explicou a produtora Laila Pulchério. Ela complementou: “Mas tirar fotos pode. E pode postar também nas redes sociais e depois contar aos colegas que o circo foi em sua casa, um circo de verdade mesmo, igual às histórias que ouvíamos de nossos pais e avós. E desejamos que esta seja uma lembrança positiva deste período para quando tudo isto passar”.
“Este projeto é um reencontro da arte com o povo. Quando falamos da arte, principalmente no interior do Estado, o circo é uma das principais referências em muitos lugares e em alguns a única. Depois de uma pandemia de um ano e 6 a 9 meses, podemos finalmente voltar. É muito gratificante, reencontrar o riso, a graça, a bailarina, o palhaço, o malabarista. Acreditamos que vamos levar o novo para os mais jovens e a nostalgia para os mais velhos. E sempre alegria! Para a gente é um renascimento” comemorou Mauro Guimarães, idealizador do projeto.
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