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Bancada pede agilidade para solucionar conflito agrário em MS

07 março 2013 - 16h01

A bancada federal de Mato Grosso do Sul, representados pelo senador Ruben Figueiró (PSDB) e os deputados Reinaldo Azambuja (PSDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) solicitaram urgência ao Ministério da Justiça para solucionar uma situação de conflito entre indígenas e produtores rurais na região de Nabileque, próximo a Corumbá.

Também participaram da reunião com os assessores do Ministério, Marcelo Veiga e Teresinha Maglia, o presidente da Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul) e prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo, o produtor Roberto Folley e o advogado de produtores rurais Carlos Souza.



O representante do Ministério, Marcelo Veiga, disse que vai solicitar informações à FUNAI de Mato Grosso do Sul e apuração dos fatos pela Polícia Federal.



O senador Ruben Figueiró alertou para o risco de uma tragédia iminente na região. “Não podemos esperar 30 dias para uma decisão. O Ministério da Justiça tem que se manifestar já na próxima semana, interferindo para a solução do conflito antes que seja tarde demais. O clima está muito tenso”, lamentou.



O advogado Carlos Souza explicou que já houve um acordo firmado pela Justiça entre os produtores e os índios kadiwéus que ocuparam 12 fazendas na região. Os índios devem devolver 3 mil cabeças de gado, além de maquinários confiscados. O problema, segundo ele, é que os indígenas estariam sendo insuflados por alguns servidores da FUNAI para não cumprirem o acordo. “O que queremos é a mediação do Ministério da Justiça nesta questão. Só é necessário cumprir o acordo”, solicitou



O deputado Reinaldo Azambuja disse que “existe uma ação de incitação às invasões e violência”. Azambuja também alertou para a repercussão negativa no Brasil e no mundo. “Vocês têm os instrumentos para uma intervenção. Para arbitrar em favor da legalidade”, disse aos assessores do Ministério da Justiça.



Já o deputado Luiz Henrique Mandetta além de fazer uma análise histórica da conquista daquelas terras pelo Brasil, ressaltou que se trata de uma região de fronteira. Segundo ele, a população indígena não tem se preocupado com a vacinação do rebanho, o que poderá provocar um surto de aftosa, prejudicando a imagem do Brasil quanto a exportação de carne bovina.



Os representantes de Mato Grosso do Sul saíram da reunião com a promessa de que na próxima semana haverá uma decisão do Ministro José Eduardo Cardozo a respeito do que o órgão fará em relação ao conflito no Estado.

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