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CONSUMIDOR

Após denúncias, Procon autua seis agências bancárias

27 setembro 2020 - 17h40Por Redação, com informações do Procon

Em atendimento a várias denúncias de consumidores que se sentiram prejudicados em função  do atendimento em agências bancárias, equipes de fiscalização da Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor – Procon/MS realizaram diligências em 12  locais, entre os dias 15 e 23 de setembro, em Campo Grande.

Durante a realização do trabalho, foram expedidos  seis autos de infração e seis relatórios de visita – quando não se confirma a irregularidade denunciada. A verificação ocorreu em  cinco agências do Bradesco, três do Santander, duas do banco do Brasil, uma da Caixa Econômica Federal e outra do Itaú. Em se tratando de irregularidades, foram autuadas  três agências do Bradesco, duas do Santander e uma da Caixa.

Conforme informações do Procon, as reclamações  dos consumidores são, em sua maioria, o tempo de espera para atendimento e o fato de terem de aguardar, via de regra, fora das agências para evitar aglomerações internamente. 

Durante a fiscalização, ficou constatado que, mesmo expostas, as pessoas não recebem senhas que demonstre o tempo de aguardo. As senhas só são entregues, quando ocorre, no momento que elas entram nas agências e sem discriminação do serviço que necessitam ou se o cliente é preferencial.

Além disso, a maioria  das agências não expõe qualquer forma  de informação a respeito do horário de expediente, deixando o consumidor ainda mais  vulnerável e, por vezes, permanecendo muito tempo em fila e saindo sem ser atendido por ter expirado o tempo, de acordo com o Procon. 

Outro problema constatado foi à dificuldade de liberação de clientes aos caixas para descontar cheques. Na Caixa houve, inclusive, a afirmação de que isso não se tratava de serviço essencial.

Em função da pandemia e da facilidade para a propagação  da Covid 19,  foram constadas outras irregularidades, tais como o distanciamento entre as pessoas nas filas e a falta de álcool em vários dos locais fiscalizados o que, atualmente, se configura desobediência às normas que visam evitar o contágio.

 

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