A travesti Rosenildo Martins, de 26 anos, que morreu após uma lipoescultura no hospital infantil São Lucas, em Campo Grande morava na Itália e veio a Campo Grande apenas para o procedimento, segundo o médico que realizou a cirurgia, Paulo de Oliveira Lima.
Ainda de acordo com o médico, Rosenildo passou por um procedimento normal, que durou cerca de quatro horas, mas depois da cirurgia teve uma queda de pressão. A equipe médica tentou reanimá-lo, mas ele não respondeu aos estímulos.
Rosenildo tem família em Cuiabá, mas optou por passar pela lipoescultura e pela retirada de silicone aqui. Segundo o médico, que faz cirurgias plásticas há 35 anos, a travesti tinha “muito silicone pelo corpo”. Ele (médico) vai aguardar o laudo do IML (Instituto Médico Legal) para saber a causa da morte.
O delegado Miguel Said, da 1ª Delegacia de Polícia, vai investigar se a morte foi causada por uma complicação do procedimento ou se foi por negligência.
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