Os 20 policiais militares rodoviários de Mato Grosso do Sul presos pela PF (Polícia Federal) no mês passado na operação Gato de Botas, deixaram o Presídio Militar de Campo Grande no início da tarde de hoje.
A prisão preventiva deles vence à meia-noite e o delegado Bráulio Cézar Galloni afirmou na sexta-feira que não iria pedir a temporária e sim a prisão de mais 13 militares.
Foram presos o então chefe da PMR em Dourados, tenente Mauro Mauricio da Silva Alonso, e o de Ponta Porã, o sargento Marcílio Dias de Oliveira, o cabo Antônio Rodrigues Aleixo, o soldado Edival Ferreira da Silva, o 2º sargento Ezequias Martins dos Santos, o cabo João Plínio Bottaro, o cabo José Carlos Aquino de Andrade, o sargento Francisco Antônio de Souza, o sargento Geraldo Magela Massoca, o cabo Hildebrando Jorge Barros Fraga, o cabo Inácio Messias Freitas, o soldado José Francisco da Silva Pavoni e o subtenente Sidnei José Bervanger, Carlos Ovidio Pedroso, José Adão Pereira da Silva, João Ramão Recalde, o sargento Paulo Melin Filho, Rovany Ferreira Penedo, Roberto dos Reis Costa e Arlindo Carmo Rodrigues.
O inquérito deve ser concluído e encaminhado à Justiça Federal em duas semanas. policiais são acusados de vários crimes, entre eles tráfico de drogas, corrupção e formação de quadrilha.
Além destes policiais, outros oito de Três Lagoas foram flagrados pelo Serviço Reservado da PM (Polícia Militar) facilitando a entrada de contrabando no Estado. Eles não chegaram a ser presos por conta da lei eleitoral, mas devem ter os mandados de prisões expedidos no início a próxima semana. Como punição, três deles ficaram detidos no Presídio Militar na Capital.
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