Foi deflagrada a 2ª fase da Operação Dark Card, pela polícia civil, nesta quarta-feira (13), para investigar crimes de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa pelas prefeituras de Nova Alvorada do Sul e Rio Brilhante.
Nesta etapa, ocorre a apuração de abastecimentos simulados no ano de 2020 pela prefeitura de Nova Alvorada do Sul e de Rio Brilhante, em três meses de 2021.
A polícia destacou que cumpre dois mandados de prisão, sendo de um ex-funcionário da prefeitura de Nova Alvorada do Sul e de um empresário envolvido na prática. Foi determinado ainda sequestro de bens proporcionais ao prejuízo sofrido pelo erário público, o que culminou na apreensão de veículos, joias e bloqueio das contas bancárias, nesta quarta-feira (13).
A investigação teve origem a partir de denúncias realizadas em Rio Brilhante, oportunidade em que chamou atenção que os supostos abastecimentos ocorriam cerca de 40 km, no município de Nova Alvorada do Sul.
Na oportunidade, foi também expedido mandado de busca e apreensão no posto de combustível investigado, onde foram apreendidos um computador e R$ 10.750 em dinheiro.
Nesta nova fase, a polícia destacou que foi solicitado à controladoria municipal de Nova Alvorada do Sul, o extrato dos gastos com a frota veicular, oportunidade em que se percebeu os gastos inconsistentes de algumas secretarias com o cartão genérico, ou seja, aquele que não é vinculado a nenhum veículo oficial e deve ser usado somente de forma emergencial. Foi constatado o prejuízo de R$ 1,4 milhão aos cofres públicos.
A delegacia de Rio Brilhante constatou que os cartões eram passados reiteradamente sem que houvesse qualquer abastecimento, fato averiguado com a análise do rastreador da frota veicular de Nova Alvorada do Sul, a qual não percorreu o percurso necessário para consumir o combustível pago pela prefeitura.
Ainda existe um mandado de prisão em em aberto de pessoas envolvidas prática no município de Rio Brilhante, constatando que as duas cidades sofreram um prejuízo estimado em mais de R$ 1,8 milhão com os crimes.
A Operação Dark Card é denominada em alusão aos gastos irregulares por meio do cartão corporativo das prefeituras.
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Dois mandados de prisão foram cumpridos em nova fase - Crédito: Divulgação/ Polícia Civil