Um subtenente da PM/MS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), foi denunciado na última semana na Justiça Militar.
Ele responde por uma sessão de tortura que promoveu em 2017, quando buscava os assassinos do filho de 25 anos.
A denúncia foi apresentada pelo MP/MS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) no dia 8 de agosto, após o processo inicial de 2020 ser desmembrado.
No dia 15 de julho daquele ano, ele teria junto com o irmão e uma terceira pessoa abordado os dois homens que estavam em uma motocicleta, segundo o Midiamax.
Ambos foram torturados e o crime é comprovado por meio de uma gravação ambiental feita pela Polícia Federal, na época autorizada pela Justiça Federal, já que o PM era investigado pela organização criminosa que comandava.
Segundo o MPMS, a gravação não deixa dúvidas de que as vítimas sofreram agressões para que confessassem terem participado do assassinato do filho.
No entanto, os dois homens seriam inocentes no crime.
O militar foi denunciado pelo crime de tortura, por constranger alguém com emprego de violência ou grave ameaça, causando-lhe sofrimento físico ou mental com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira pessoa.
Há aumento de pena, pelo denunciado ser agente público.
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