Na segunda vez em que esteve no banco dos réus do Tribunal do Júri de Campo Grande, Cléber de Souza Carvalho, o "Pedreiro Assassino", foi condenado a 16 anos e seis meses pelo homicídio qualificado de Timóteo Pontes Roman, de 62 anos.
A sentença foi dada pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos após os jurados considerarem o réu culpado. Ao todo, foram quase dez horas de sessão e Cléber ouviu o veredito por videoconferência.
Pela morte da vítima a pena foi de 16 anos e 6 meses, já pela ocultação do corpo, 1 ano e 6 meses. Houve redução de um sexto do total pelo fato de o pedreiro ter confessado o crime, no entanto, acréscimo de um sexto pelo fato de Timóteo ter mais de 60 anos.
Julgamento - Durante a manhã desta quarta-feira (16), foram ouvidas as testemunhas de acusação. A defesa não arrolou testemunhas.
Durante os depoimentos, investigadores da Delegacia de Homicídios foram claros em confirmar que Cléber confessou todos os assassinatos, apontando onde estava cada vítima. O perfil seriam homens com mais de 40 anos que moravam sozinhos. O objetivo era se apossar de bens materiais, como casas e veículos.
No caso da vítima Timótio, a segunda a ser encontrada pela polícia, depois de José Leonel Ferreira Santos, de 61 anos, o pedreiro não nega a autoria, mas alega ser uma pessoa boa e que estava "transtornado" quando cometeu o crime, por causa de uma dívida e também do assassinato que cometeu no dia anterior, de José Leonel.
Este já é o segundo julgamento de Cléber, que ficou conhecido como "Pedreiro Assassino", após a polícia descobrir uma série de crimes praticados por ele. Em 1º de fevereiro, Cléber foi condenado a 15 anos por homicídio qualificado. A vítima do caso é Roberto Geraldo Clariano, o “Cenoura”, atingido com golpe chibanca e enterrado em um lote invadido. (Campo Grande News)
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Cléber, o "pedreiro assassino", durante julgamento no Trubunal do Júri. - Crédito: (Kísie Ainoã)