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Operação contra pedofilia tem quatro presos, entre eles professor de Direito

29 outubro 2020 - 15h04Por Da redação

Operação Deep Caught 3 contra crimes de pedofilia na internet, resultou na prisão de quatro homens, em Campo Grande, nesta quinta-feira (29). Conforme o G1 MS, um advogado e professor de Direito Penal, de 35 anos, além de um sargento e um empresário, de 37 anos, e um auxiliar contábil, de 34 anos, estão entre os presos. 

Os cinco presos foram flagrados com material pornográfico. As prisões ocorreram respectivamente, nos bairros Bom Jardim, lar do Trabalhador, Vilas Boas e São Francisco.

A delegada Marília de Brito, titular da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e o Adolescente (Depca) e responsável pelas investigações disse que não divulgará o teor do que foi dito. No entanto, ela ressaltou que um dos suspeitos alegou que "não era ele" o responsável pelo material. Outros disseram que tinham baixado o material apenas "uma ou no máximo duas vezes".

Ainda conforme o G1, o advogado foi encaminhado para a sala de Estado-Maior, destinada a estes profissionais, no presídio militar de Campo Grande. O sargento foi encaminhado para o local específico de presos no Exército. Já os demais presos estão em uma cela da Delegacia Especializada de Repressão à Roubos e Furtos (Derf).

Nos 4 alvos, ao cumprir os mandados de busca e apreensão, a polícia também efetuou as prisões em flagrante e apreendeu computadores e celulares dos envolvidos. 

"O material ilícito totalizou aproximadamente 202 gigas. É muita coisa para um dia só de operação. Além disso, em 2 locais, tivemos o crime de posse de arma de fogo de uso permitido e eles devem responder também pelos artigos 241 A e B do ECA [Estatuto da Criança e do Adolescente]", finalizou a delegada.

OPERAÇÃO

Conforme divulgado pelo Dourados News, a Operação visa a repressão a abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Essa é a terceira vez que os investigadores atuam nessa ação. 

A pena para quem armazena esse tipo de conteúdo varia de 1 a 4 anos de prisão, de 3 a 6 anos pelo compartilhamento e de 4 a 8 anos de prisão pela produção de conteúdo relacionado aos crimes de exploração sexual.

A previsão está no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente).

 

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