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DEPORTADOS

"No entiendo": bolivianos desconversam sobre motivo de viagem

17 novembro 2020 - 06h46Por Da Redação

A Policia Federal iniciou, na noite desta segunda-feira, dia 16 de novembro, com o uso de dois cães farejadores revista nos seis ônibus de viagem que foram abordados, pela manhã, sob suspeita de transporte de bolivianos de forma irregular do país vizinho para o Brasil, via Mato Grosso do Sul. A reportagem do site Campo Grande News, apurou que os cerca de 200 bolivianos que estavam nos veículos, serão deportados para a Bolívia a qualquer momento.

Os coletivos foram escoltados por policiais rodoviários federais em cinco viaturas, até o pátio da Polícia Federal do Aeroporto Internacional de Campo Grande. Um dos ônibus já foi vistoriado e, aparentemente, nenhum material contrabandeado ou droga foi encontrado, seja no bagageiro inferior ou interno do coletivo.

Enquanto aguardam enfileirados a conclusão dos trabalhos os bolivianos reafirmam a versão de que estavam indo fazer compras em São Paulo. Muitos, no entanto, sequer entendiam o que estava acontecendo ou evitavam falar. “No entiendo, no entiendo”, repetiam alguns dos bolivianos ao serem questionados sobre a viagem.

Suzana Paz, de 40 anos, é uma das passageiras e admite que não tirou visto para viagem, ou seja, entrou no país de forma ilegal. Desde sábado (14) a entrada de estrangeiros via terrestre no país também está proibida em razão da contaminação por covid-19. A medida vale por 30 dias. “Esta é a segunda vez que faço o trajeto, na primeira vez eu tinha documentação, mas agora não”, comentou. Ela conta que tem um “mercadinho” na Bolívia e estava indo comprar “alimentos” em São Paulo, mas não detalhou qual é o tipo de mercadoria que estava a procura.

Outra passageira, que não quis se identificar disse que saiu da Bolívia com destino a São Paulo para comprar café que revenderia em sua feira em Corumbá. A Polícia Federal investiga se a vinda dos bolivianos, a partir da fronteira brasileira com a Bolívia, tem relação com a atuação de “coiotes”, como são conhecidas pessoas que atuam na entrada sem documentação correta de estrangeiros.

 

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