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POLÍCIA

Mulher dá calote em hotel, furta celular e é presa por estelionato

24 janeiro 2020 - 11h57Por Redação

Uma mulher de 31 anos foi presa na quinta-feira (23) após fugir de um hotel em Dois Irmãos do Buriti sem pagar as diárias, no valor de R$ 180, e furtar um aparelho telefônico.

Em  16 de janeiro a proprietária do hotel compareceu à Delegacia de Dois Irmãos do Buriti relatando o ocorrido. Ela contou ainda que a autora teria fugido em um ônibus da empresa Expresso Mato Grosso, com destino a cidade de Campo Grande.

Diante da informação, os policiais locais solicitaram apoio dos policiais desta 1ª DP da Capital, que foram até a rodoviária esperar o ônibus chegar.

Os policiais, com as informações das características da suspeita, localizaram-na dentro do ônibus e a abordaram. Ela se identificou como G. K. F. e, sem ninguém solicitar qualquer documento até aquele momento, apresentou uma Carteira de Trabalho em nome dessa pessoa.

Ela foi a única que não desceu do ônibus, pois, segundo a mesma, não tinha dinheiro para pagar a passagem e teria dito ao motorista que iria esperar a mãe dela chegar para pagar a empresa. Os investigadores descobriram se tratar de uma mentira e que ela estava esperando o momento certo para fugir.

A criminosa admitiu que ficou no hotel em por dois dias sem pagar e que furtou o aparelho celular, apresentando-o.

Já na 1ª Delegacia de Polícia foi constatado que o nome usado pela estelionatária seria na verdade Tatiane Ferreira Grando e que a CTPS é provavelmente falsa.

Tatiane também relatou que foi até Dois Irmãos do Buriti visitar um homem que cumpre pena preso no Estabelecimento Penal daquela cidade, usando o nome de G.K.F. para cometer o crime.

Tatiane responderá pelos crimes de furto, estelionato, falsa identidade e uso de documento falso.

A Polícia Civil também considerou que tornar público o nome da presa não afronta a Lei de Abuso de Autoridade, em seu artigo 1, §1º, porque divulgar nome e foto para auxiliar no trabalho Policial não configura crime.

“Por isso, divulgar o nome de Tatiana, para auxiliar na elucidação de sua identidade e de outros crimes como estelionato e outras fraldes, falsa identidade e outros que ela possa ter praticado, não é crime, é um serviço à Polícia e a própria sociedade”, ponderou.

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