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MS: Policiais são suspeitos de outro homicídio em São Paulo

12 agosto 2004 - 20h15

Os policiais civis de Mato Grosso do Sul, Eduardo Minari Higa e Ezequiel Leite Furtado, acusados de terem matado o empresário Antônio Ribeiro Filho, em Guarujá (SP), no dia 5 de agosto, podem estar envolvidos em outro assassinato ocorrido em São Paulo (SP). O caso é investigado pelo Departamento de Homicídios da Capital paulista. Uma fonte ligada à Polícia Civil do Guarujá, onde Antônio Ribeiro foi morto, revelou que uma pessoa que o empresário conhecia foi morta por uma arma de fogo do mesmo calibre da utilizada para matar o empresário.A polícia espera conclusão do exame de balística para comprovar se os projéteis encontrados nos dois corpos saíram da mesma arma e a previsão é que resultado do laudo chegue à Polícia Civil do Guarujá apenas na próxima semana. A polícia investiga também o envolvimento de outras duas pessoas no assassinato de Antônio Ribeiro Filho. Os retratos-falados dos suspeitos já foram confeccionados e pelo menos oito pessoas já foram ouvidas, mas até o momento, não foram colhidos os depoimentos de testemunhas oculares do crime. Os policiais sul-mato-grossenses foram presos na tarde do assassinato e estão reclusos no presídio da Polícia Civil do Estado de São Paulo, com base em um mandado de prisão temporária de 30 dias, contados a partir da data da prisão. Eduardo Minari Higa, 40 anos, é do Garras (Grupo Armado de Repressão e Resgate a Roubos e Seqüestros), enquanto Ezequiel Leite Furtado é aposentado. Ambos negaram qualquer ligação com a execução do empresário e, segundo eles, os dois viajaram de Campo Grande até Guarujá para tentar localizar um estelionatário que agiu em Mato Grosso do Sul, porém a suposta diligência não tinha sido determinada por superiores e nem poderia. Eduardo Higa e Ezequiel Furtado alegaram que tentariam ‘‘pressionar’’ o golpista, admitindo a intenção de realizar um ‘‘acerto’’ com o marginal para não prendê-lo. Para a alegada localização do estelionatário, os agentes se hospedaram no Capitânia Varam Flat Service, onde coincidentemente morava o empresário com a sua mulher. A coincidência é ainda maior se considerado o fato de os suspeitos terem ocupado uma suíte vizinha à da vítima. Ezequiel Furtado e Eduardo Higa disseram que não conheciam Antônio Ribeiro Filho.

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