Há dois anos, o fim de semana do dia 1º de abril, foi um dos mais violentos de Dourados. Índios guaranis-caiuás mataram dois policiais civis e deixaram um ferido. Cinco índios suspeitos de participação no crime foram presos, mas hoje, estão sob a tutela da Funai e um está foragido. O caso ainda aguarda uma decisão judicial.
De acordo com o assistente de acusação do caso, o advogado Mauricio Rasslan, o processo está sob segredo de justiça. “Já foram realizados interrogatórios dos réus, com exceção de um que está foragido e a testemunha de acusação também já foi ouvida”, disse o advogado lembrando que nos próximos dias 9 e 10, serão ouvidas as testemunhas de defesa dos índios.
O fato aconteceu quando três policias foram à linha de Porto Cambira, onde receberam a informação de que um não-índio, acusado de ter matado um pastor no dia anterior, estaria escondido na região. Chegando ao local, os policiais Rodrigo Lorenzato, Ronilson Bartier e Emerson Gadanni foram surpreendidos pelos indígenas onde acabaram sendo mortos.
O único sobrevivente foi o policial Gadanni, que ainda se encontra afastado das atividades em decorrência dos ferimentos. No interrogatório, os acusados afirmaram que cumpriam ordens do indígena Carlito de Oliveira. Na época, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul, não soube informar se o que aconteceu foi uma emboscada ou um confronto.
Os cinco índios acusados pelo assassinato estão sob a tutela da Funai de Dourados, ou seja, estão em “liberdade” em uma prisão domiciliar. De acordo com o assessor de imprensa da Funai, Geraldo Duarte Ferreira, os índios só não podem sair de dentro da Aldeia Indígena de Dourados. Mas dentro dela, são índios como os outros.
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