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Mistério: Polícia Civil apura assassinato em Itaporã

20 agosto 2004 - 07h01

No decorrer do dia de hoje até o final de semana, o delegado de Polícia Civil de Itaporã, cidade localizada à 17 quilômetros de Dourados, Winston Ramão Garcia Albres deverá ao proprietário de um pesqueiro existente à 7 quilômetros do Distrito de Santa Terezinha, que foi assassinado no final da tarde de ontem com pelo menos três tiros, sendo dois na cabeça, um deles num dos olhos e um outro no tórax. O crime aconteceu na localidade conhecida por “Pesqueiro das Malvinas” ou Condomínio Bacuri, e teve como vítima, Aldebaro da Costa Rodrigues, de 36 anos. De acordo com declarações do delegado, a polícia apurou que a vítima morava sozinha na localidade e que ela teria sido assassinada por volta das 17 horas, segundo informações extra-oficiais. O delegado informou que testemunhas disseram que por volta deste horário foram escutados quatro disparos de arma de fogo, em seguida o barulho do motor de uma motocicleta em alta rotação, o que para a polícia, deveria ser o autor do crime deixando a propriedade logo após de consumar o ato. A polícia apurou também que Aldebaro da Costa já havia sido processado - e cumpriu pena - por furto de gado há pouco mais de um ano e que durante checagem de sua vida pregressa na oportunidade, havia um mandado de prisão expedido contra ele. Quando da prisão do proprietário do pesqueiro feita pela Polícia Militar, ele ainda ficou preso por pouco menos de seis meses, porém foi posto em liberdade, até ser assassinado na tarde de ontem. Diante dos fatos e por não haver testemunhas do crime, a polícia disse que instaurará inquérito para apurar a autoria, com o objetivo de definir as causas, entretanto, durante levantamentos nos bolsos das vestes da vítima, foram encontrados quatro projéteis intactos de calibre 3,57 e no interior da casa onde morava, foi apreendido um revólver do mesmo calibre.O corpo de Aldebaro da Costa foi transladado para o Instituto Médico Legal (IML) de Dourados para ser submetido a exames de necropsias, posteriormente seria entregue a família para ser sepultado. Sem pista da autoria do crime, a Polícia Civil de Itaporã que trabalhará no caso possui várias hipóteses, uma delas, a de vingança. Além da Polícia Civil, compareceram no pesqueiro para fazer os levantamentos, a perícia de Dourados e a Militar daquela cidade. “Instaurei um inquérito e agora vamos em busca de informações que possam nos levar até ao autor do crime” disse o delegado acrescentando que a vida pregressa da vítima será investigada e que pessoas ligadas a ela, inclusive a família, deverão ser intimadas a comparecer na delegacia, com o intuito de prestarem declarações para que possam auxiliar a polícia a esclarecer as causas, e principalmente a autoria do crime.  

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