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Juiz nega liberdade a acusado de matar e carbonizar dono de boate

23 setembro 2021 - 22h35Por Da Redação

Foi negado pedido de revogação da prisão preventiva de Marcelo Augusto da Costa Lima, 22 anos, detido pelo homicídio do empresário Ronaldo Nepomuceno Neves, de 48 anos. Segundo o site Midiamax. o crime aconteceu em setembro de 2020, quando a vítima foi assassinada e incinerada na região da cachoeira do Céuzinho, em Campo Grande.

Conforme decisão do juiz Carlos Alberto Garcete de Almeida, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, deve ser mantida a prisão especialmente para garantia da ordem pública, diante da gravidade e modo de execução do crime. Isso porque o homicídio teria sido cometido mediante sufocamento, lesões com uso de vidro e ainda incineração do corpo e veículo do empresário.

Além disso, segundo o magistrado ainda não foi encerrada a instrução probatória e é aguardada apresentação das alegações finais. O andamento do processo também ainda está nos limites da razoabilidade e, assim, foi indeferido o pedido de revogação da prisão.

Relembre o caso

Segundo consta na denúncia, no fim da tarde do dia 11 de setembro, Kelvin Dinderson dos Santos foi até a boate de Ronaldo para esclarecer um furto ocorrido no dia anterior. Com isso, ele foi torturado, agredido com choques elétricos, pauladas e golpes de faca. Já por volta das 20 horas, Ronaldo foi ao local conhecido como ‘chacrinha’, onde se encontrou com Almiro Cassio Orgeda, Igor e Marcelo Augusto da Costa Lima.

Assim, em determinado momento disse que mataria Kelvin e que ele estava amarrado na boate. Então, Marcelo foi até o estabelecimento comercial, resgatou Kelvin e os dois foram até a chacrinha. Quando chegaram, Kelvin deu um golpe contra Ronaldo, que foi imobilizado e amordaçado pelo grupo.

Depois, os suspeitos decidiram matar Ronaldo para evitar uma retaliação. Marcelo voltou até a boate, buscou a camionete de Ronaldo e com Almiro e Kelvin foi até o Céuzinho. Enquanto isso, Igor foi no próprio carro, para dar fuga. Já no local do crime, Ronaldo foi esganado por Kelvin, que depois o agrediu com golpes na cabeça e pescoço.

Após a morte, Igor teria levado gasolina ao local, usada para incendiar o corpo e o veículo da vítima. O grupo ainda fugiu, mas acabou preso nos dias 14 e 15 de setembro.

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