Uma jovem, de 21 anos, foi estuprada coletivamente e agredida, neste domingo, dia 31 de outubro, na comunidade indígena Lima Campo, no distrito de Sanga Puitã, em Ponta Porã, cidade localizada na região de fronteira com o Paraguai. À polícia, a vítima disse que tudo começou quando se negou a ter relação sexual com um dos suspeitos.
Conforme o registro policial, a vítima disse que estava em casa, onde mora com os avós e o marido, quando um dos suspeitos pediu para ter relação sexual com ela. Ao negar, teve o cabelo puxado e em seguida, outro envolvido a derrubou no chão e cortou o rosto dela com uma faca. O terceiro então chutou as nádegas e as costas dela.
Depois das agressões, conforme o relato, os três suspeitos começaram a brigar. A vítima diz ter recebido socorro só, nesta segunda, dia 1º de novembro, quando os familiares dela chegaram ao local. De acordo com relatos da jovem aos policiais, no momento do crime ela estava sozinha em casa e os suspeitos pareciam estar alcoolizados e sob efeito de drogas.
Ela falou ainda à polícia que os familiares chegaram em casa nesta segunda-feira (1º) pela manhã e ao verem as lesões, avisaram os responsáveis pela aldeia e acionaram a ambulância do Hospital Regional, onde está hospitalizada.
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