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CAMPO GRANDE

Cigarros contrabandeados alvo de pedido de propina pro PM's valem R$ 1 milhão

04 dezembro 2017 - 18h35Por Da Redação

Foi avaliado em R$ 1 milhão o valor de mercado da carga de cigarros que foi pivô da prisão de dois policiais militares de Mato Grosso do Sul sob suspeita de de cobrar propina de R$ 150 mil para que a mercadoria passasse.

No flagrante, o sargento Alex Duarte de Aguir, 38, e o cabo Rafael Marques da Costa, 28 , estão com a prisão preventiva decretada, pelo crime de corrupção passiva. Outros policiais também podem estar envolvidos.

De acordo com o Campo Grande News, no caminhão-baú apreendido havia 500 caixas de cigarros das marcas paraguaias Eight e Gift. A introdução desses produtos no Brasil é crime, mas há décadas a chamada máfia do cigarro distribui produtos irregulares, vendidos abertamente.

Cada uma das cerca de 500 caixas tem 50 pacotes contendo 10 maços de cigarros em cada, totalizando 250 mil maços. Nas ruas, a carteira é vendida em torno de R$ 4, o que aponta R$ 1 milhão de avaliação.

Ainda conforme o site, os policiais militares queriam 15% do valor para deixar que o veículo com o contrabando passasse.

Segundo o auto de prisão, um grupo de pelo menos quatro policiais interceptou a carga, em uma estrada vicinal de Campo Grande e chegou a colocar batedores para cuidar do caminhão, até que a negociação fosse concluída.

Nesse intervalo, o motorista da carreta acionou uma pessoa chamada Fábio Garcete, de 38 anos, identificado como desossador, e essa pessoa serviu de informante para o Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

Fabio já foi preso por contrabando, em junho deste ano, e, diante da colaboração no flagrante de sexta-feira, entrou como testemunha no inquérito sobre a corrupção passiva.

O Gaeco, de posse das informações sobre a negociação, segundo foi divulgado, acionou a Tropa de Choque, que foi quem fez a prisão, por volta das 20h de sábado, em um posto de combustível no bairro Tarumã, em Campo Grande.

O valor inicial cobrado, de R$ 150 mil, teria sido reduzido para R$ 30 mil, a contragosto dos policiais envolvidos. 

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