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Assassino de dono de conveniência é preso escondido na casa de amigo

12 janeiro 2021 - 20h35Por Da Redação

Foi preso no fim da tarde desta terça-feira, dia 12 de janeiro, Maikon Lucas Mathias, acusado do assassinato de Hugo Gonçalves Insabralde, de 29 anos. O crime aconteceu na frente da conveniência da vítima, no bairro  Danúbio Azul, em Campo Grande, no dia 04 de janeiro.

Mesmo após publicar vídeos nas redes sociais afirmando que se entregaria, Maikon não negociou apresentação com a polícia. Foi feito pedido de prisão preventiva e, com o mandado, ele era considerado foragido. Ele foi preso por equipe do GOI (Grupo de Operações e Investigações), escondido na casa de um amigo, no Portal Caiobá.

Segundo o site Midiamax, Maikon será encaminhado para uma cela na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), do Centro da Capital.

Vídeos e crime passional

“Não matei nenhum pai de família não”, diz Maikon no vídeo, alegando que ele e Hugo eram sócios em um negócio de “dinheiro a juro”, agiotagem. “A conveniência é só uma fachada”, alega. Ainda no vídeo ele afirma que não matou o comerciante e amigo por causa de dinheiro. “Nada disso que estão falando é verdade”, afirma.

O rapaz então afirma que Hugo era como um irmão para ele “Mas traiu minha confiança”. Assim, ele conta que no dia do crime estava com o Facebook da esposa logado no celular quando recebeu a mensagem de Hugo. Mesmo assim, não disse nada e mais tarde foi com a mulher levar o filho para vacinar, quando ela mesma mostrou também a mensagem de Hugo para ele.

Maikon ainda foi até a conveniência com a esposa e disse que a levaria para casa e voltaria depois. Quando retornou, teve a discussão com Hugo. “Ele tem uma pistola, ele é agiota, não era comerciante não”, diz. Ainda segundo o autor do crime, os dois discutiram e Hugo teria questionado se ele tinha “alguma coisa para resolver”.

“Falei que não e ele foi em direção à BMW. Ele tem uma pistola que eu sei”. O rapaz então alega que agiu por imaginar que Hugo buscaria a arma. “Eu vou esperar o cara pegar a arma para me matar?”, diz. Ainda no discurso, o suspeito reafirma por várias vezes a prática de agiotagem na conveniência e diz para a polícia analisar as anotações nos cadernos do estabelecimento.

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