Com ações rotineiras de revistas em visitantes, operações pente-fino e averiguação no interior e aos redores dos presídios, agentes penitenciários vêm dificultando o uso de drogas, celulares entre outros materiais e equipamentos proibidos por parte dos internos dos estabelecimentos penais do Estado.
Nesta quinta-feira (27), os servidores encontraram no Estabelecimento Penal de Jair Ferreira de Carvalho (EPJFC), o Segurança Máxima da Capital, durante inspeção de rotina, próximo ao alambrado da linha de tiro, quatro porções de maconha e 38 comprimidos de Ecstasy. Os materiais proibidos estavam nos fundos do Pavilhão I e, provavelmente, foram arremessados pela muralha. Como não existia sinal de identificação, não foram encontrados indícios que apontassem a propriedade dos ilícitos.
Na quarta-feira (26), os agentes também flagraram, durante a revista geral no pavilhão 2, 15 celulares, sete chip, três roteadores, dois cartões de memória e uma balança. Os equipamentos estavam escondidos em um buraco na parede do banheiro no saguão da galeria “A”.
Na mesma galeria, os servidores apreenderam, em outro banheiro, 34 porções de maconha, totalizando 5,2 kg e 31 porções de cocaína, com 1,2 kg no total. Os entorpecentes também estavam escondidos em um buraco na parede.
Apesar de não ter sido possível identificar os culpados, a direção do presídio abriu procedimento para as devidas apurações.
Paranaíba
Durante vistoria rotineira em celas e abordagem de internos no Estabelecimento Penal de Paranaíba, agentes penitenciários realizaram, nessa quarta-feira (26), a apreensão de celulares, com diversos acessórios.
Parte das apreensões ocorreram durante inspeção no Pavilhão II, cela 12. No local, os agentes localizaram, no interior do ralo do chuveiro, sete celulares, oito carregadores, nove fones de ouvido e uma bateria. O interno Fabiano José de Souza assumiu a propriedade dos objetos ilícitos.
Já na cela 17, os servidores recolheram, no interior do vaso sanitário, dois celulares e dois carregadores. O detento Gilberto de Jesus Ferreira assumiu a responsabilidade do material.
Os responsáveis pelos objetos vão responder pela falta disciplinar e crime praticados. Eles estão alojados em cela disciplinar.
Segundo o diretor-presidente, da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), Ailton Stropa Garcia, as apreensões demonstram que a instituição vem adotando várias medidas para que os agentes realizem com sucesso os trabalhos de interceptação de materiais ilícitos nos presídios.
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Flagrantes ocorreram principalmente em presídio da Capital - Foto: Divulgação