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Adolescente morre ao ser atingido por caminhão na Capital

17 novembro 2011 - 18h51

John Carlos Lemes Gonçalves, de 17 anos, morreu às 18h15 desta quarta-feira após ser atingido por um caminhão na avenida Marechal Deodoro, em Campo Grande.

Ele seguia de bicicleta, no sentido centro bairro, pelo canto direito da avenida, quando segundo testemunhas, o caminhoneiro que vinha no mesmo sentido saiu da Brilhante e entrou na Marechal Deodoro. Ele buzinou, o adolescente se assustou e acabou perdendo o controle da bicicleta.

O Corpo de Bombeiros não confirma que ele tenha buzinado, mas diz que o jovem foi atingido pela roda que fica no meio do caminhão boiadeiro, com placas de Presidente Prudente, São Paulo, que era conduzido por Laudenor Premoli Tomitan, de 67 anos.

O menino, que era lavador de carro em uma revendedora de veículos na avenida Bandeirantes, morreu na hora. Ele teve afundamento de crânio e uma parte do rosto ficou esmagada.

De acordo com uma colega do adolescente que estava no local, mas não quis se identificar, por volta das 18h ela perguntou se ele não iria embora e ele respondeu “que estava com preguiça de ir pedalando” e pediu que ela levasse um capacete para ele amanhã, porque ele passaria a ir de moto com um tio que comprou o veículo há pouco tempo.

Ainda de acordo com a colega, ele fazia esse percurso todos os dias para ir do trabalho até a casa onde mora, no Jardim Tarumã.

Quando chegou ao local, a mãe do garoto conseguiu entrar na parte que estava isolado e tirar o lençol que cobria o corpo do filho. Ela teve que ser amparada pelo Corpo de Bombeiros após passar mal.

Claudio Luiz tem uma borracharia no local há 25 anos. Ele conta que acidentes são constantes no cruzamento da rua Brilhante com a avenida Marechal Deodoro. “O que eu tenho visto de barbaridades nesta avenida não está escrito”, diz.

Ele não viu o acidente, apenas ouviu a buzina e depois a pancada. “Toda semana tem acidente aqui, as pessoas não respeitam quando a faixa diminui e andam em alta velocidade”, afirma.

O funcionário público Douglas Custódio, de 23 anos, mora no residencial, que fica em frente ao local do acidente há oito anos. Para ele, o problema que causa tantos acidentes é a redução da faixa. “Esse negócio de reduzir a faixa complica o trânsito. As pessoas vêm em alta velocidade e quando chegam ali tem que dar uma freada brusca”, afirma.

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