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MEIO AMBIENTE

Ação conjunta fecha rinha de galos e autua 38 infratores de quatro cidades

13 novembro 2017 - 06h45Por Da Redação

Policiais Militares Ambientais realizaram levantamentos há cerca de uma semana sobre uma chácara onde ocorria  constantemente rinha de galos em Ribas do Rio Pardo e, as investigações indicavam que, neste domingo, dia 12 de novembro, pessoas de várias cidades estariam realizando brigas de galo (rinha) no local.

A PMA (Polícia Militar Ambiental) e o Batalhão de Choque prepararam uma operação para pegar em flagrante o crime de maus-tratos.

No início da tarde, Equipes da PMA e do Choque estiveram na chácara a 7 km da cidade, onde realmente estava ocorrendo o crime. No local foram detidas 38 pessoas envolvidas nas rinhas. Foram apreendidos 48 galos domésticos da espécie galo-índio (Gallus gallus domesticus) e 48 gaiolas, além de duas arenas (rebolo), onde ocorrem as brigas. Ainda foram apreendidas esporas artificiais, remédios, seringas, capas para transporte dos galos, várias esporas e biqueiras artificiais.

Os animais apresentavam diversos ferimentos na crista e peito, bem como todas as aves apresentavam-se mutiladas, com as esporas cortadas, sinais característicos de emprego dos animais em rinhas.

Foram apreendidas ainda quatro armas de fogo, sendo dois rifles, um revólver e uma garrucha calibre 22 e várias munições, pertencentes ao proprietário da chácara, inclusive, um rifle com numeração raspada.

Os 38 infratores, incluído o proprietário da rinha e da chácara, residentes em Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Três Lagoas e Água Clara, foram conduzidos à delegacia de Polícia Civil de Ribas do Rio Pardo e responderão por crime ambiental de maus-tratos a animais.

A pena é de três meses a um ano de detenção. A PMA também confeccionou autos de infração e aplicou multa de R$ 24.000,00 contra cada infrator, perfazendo R$ 840.000,00.

O proprietário da rinha e da chácara também está sendo autuado em flagrante por crime de posse ilegal de arma de fogo, agravado pela arma com a numeração adulterada. A pena é de até seis anos de reclusão.

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