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Zeca viaja amanhâ para o encontro da Zicosul na Bolívia

02 novembro 2004 - 09h07

O governador Zeca do PT viaja amanhâ, dia 3 de novembro, para a Bolívia, onde vai debater, em encontro de dois dias em Tarija, a integração do Centro Oeste da América do Sul. O encontro acontece até quinta-feira. Ao lado de governadores da Argentina, Bolívia, Paraguai e Chile, o governador também irá aprofundar os debates em torno dos corredores bioceânicos. Duas das três rotas Atlântico-Pacífico passam por Mato Grosso do Sul. Será o VII Encontro Internacional Ásia-Pacífico da Zona de Integração do Centro Oeste da América do Sul (Zicosul). Neste ano o governador Zeca já participou de cinco debates internacionais da Zicosul: um em Campo Grande, dois em Salta, na Argentina, um em Mejillones, no Chile, e outro em Resistência, na Argentina.A Zicosul é formada pelos estados brasileiros do Acre, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia; as províncias argentinas de Catamarca, Chaco, Corrientes, Formosa, Jujy, La Rioja, Misiones, Salta, Santiago del Estero e Tucumán; a Primeira Região (Tarapacá), Segunda Região (Antofagasta) e Terceira Região (Atacama) do Chile; os departamentos peruanos de Arequipa e Tacna e todo o território da Bolívia e do Paraguai. O governador Zeca, como interlocutor do presidente Lula no processo de integração latino-americana, voltará a defender a melhoria do sistema rodo-hidro-ferroviário, destacando que a integração física é que vai puxar o desenvolvimento e assegurar aos países na área de influência da Zicosul condições para superação da pobreza e da miséria.Segundo o governador, a integração física e econômica dessa região do Continente é estratégica e uma das grandes contribuições a esse processo são as rotas bioceânicas. Zeca também defende a reafirmação das hidrovias no contexto do transporte multimodal. Zeca lembra que os corredores bioceânicos estão interligados por rodovias que precisam de conservação e ferrovias que devem ser restauradas, daí a importância da intermodalidade, resgatando a importância da hidrovia que no passado foi o meio de transporte mais utilizado, mas continua sendo economicamente mais viável.A região dispõe de infra-estrutura fluvial capaz de escoar mais de US$ 5 bilhões em mercadorias através do porto de Antofagasta e outros US$ 4 bilhões pelos terminais argentinos. O transporte hidroviário é o maior da América Latina e também o mais barato, em torno de 60% em relação ao frete rodoviário. 

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