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Zeca do PT diz que não admitirá badernas de sem-terra

30 março 2004 - 12h39

O governador Zeca do PT criticou duramente a postura de João Pedro Stédile, integrante do MST, que vem pregando invasões de terras como forma de pressionar o governo Lula para acelerar o processo de reforma agrária. Segundo o governador, a pregação de Stédile é “antidemocrática e inoportuna, não ajuda o Brasil e muito menos contribui para tranqüilizar o governo Lula. Se ele tivesse vindo aqui ou em qualquer outro lugar para dizer que o MST e todos que lutam pela reforma agrária iriam, a partir de agora, fazer um grande levantamento para denunciar a existência de latifúndios improdutivos, eu aplaudiria. Defendo a reforma agrária, mas não apóio a anarquia e a baderna”, afirmou o governador.O governador disse que conversou por telefone logo de manhã com o ministro de Coordenação Política, Aldo Rebelo, assegurando que o integrante do MST fez em Mato Grosso do Sul foi pregar a anarquia e a baderna. “Nós não vamos admitir isso no nosso Estado”, advertiu o governador, que ainda nesta terça-feira, juntamente com o secretário de Coordenação Geral do Governo, Paulo Duarte, se reúne com o superintendente do Incra, Luiz Carlos Bonelli, com o secretário de Desenvolvimento Agrário, Valteci Ribeiro de Castro Júnior (Mineiro), e o secretário de Justiça e Segurança Pública, Dagoberto Nogueira, para discutir medidas preventivas e desarticular qualquer plano de ocupação de terras. “Se houver invasão de propriedades que tiverem decisão de despejo, vamos cumprir imediatamente. O estado de direito e a democracia não podem ser ameaçados por um pronunciamento que não passa da bravata”.Zeca do PT disse que vai se precaver de todas as formas, recorrendo inclusive à relação de confiança que o governo mantém com o MST, Fetagri e CUT Rural, mostrando que todas as famílias acampadas são assistidas pelo Estado. “Vamos definir uma estratégia e dialogar com os movimentos para que eles não sigam a palavra do Stédile, porque terão a resposta imediata por parte do governo”, alertou o governador Zeca. Segundo o governador, as conversas com os movimentos de trabalhadores sem-terra devem começar amanhã, ficando clara a posição do governo que não admitirá radicalismo e nem atos que violem o estado democrático e o direito de propriedade. "Não quermos apenas reforma agrária, mas também água, luz, saúde e estradas nos assentamentos, a reforma não se resume na posse da terra".

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