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Zeca defende na Firjan desconconcentração dos investimentos

20 outubro 2003 - 13h09

O governador Zeca do PT defendeu nesta segunda-feira, em palestra para empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), a desconcentração dos investimentos públicos. “Precisamos repensar o desenvolvimento e superar a secular centralização dos recursos e concentração dos investimentos no eixo Sul-Sudeste”, disse o governador, citando como exemplo a concentração de 80% dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e 70% das verbas federais no estados desenvolvidos, como São Paulo e Rio. O governador disse que uma das melhores saídas para as restrições fiscais é a parceria setor público com investidores privados. Ele lembrou que Mato Grosso do Sul foi um dos primeiros estados a cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e as metas de ajuste. Zeca do PT disse que pediu e o presidente Lula sinalizou com a edição e medida provisória deslocando do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) cerca de R$ 1 bilhão para o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), para financiar projetos de desenvolvimento e assegurar a expansão do agronegócio na região, já que o setor é o que mais resposta tem dado, com taxas de crescimento bem acima de outras regiões do País. Zeca do PT lembrou que o FCO é um dos organismos financeiros que tem maior liquidez, com índice de inadimplência de apenas 1,5%, quando os fundos das regiões Norte e Nordeste registram uma taxa de 48% a 50%.O governador Zeca fez uma exposição sobre as medidas de ajuste adotadas no seu primeiro governo e disse que os investimentos privados dependem, basicamente, de um “ambiente e de uma relação de confiança” em relação ao governo. Nesse sentido, lembrou “é preciso estabelecer clareza na parceria com a iniciativa privada. Mato Grosso do Sul foi pioneiro no estabelecimento de parceria real com o empresariado, não em tese”.Apesar de ser um estado como maior índice de endividamento, nos últimos quatro anos e nove meses, operou-se o maior ajuste da história do Estado e a confiança dos investidos se conquistou com a moralização da máquina, modernização do serviço público e controle absoluto dos gastos. Para o governador, a reforma da máquina foi uma medida dura, mas fundamental para reinserir o Estado no plano do desenvolvimento. Sobre as queixas em relação às restrições de investimentos públicos, em função do contingenciamento do orçamento, o governador Zeca disse que a tarefa do homem público deve ser, ao invés “do discurso da restrição com o pires na mão, o de buscar parcerias e investimentos para aumentar a produção. É muito importante que busquemos parcerias para financiar o desenvolvimento”, pregou o governador Zeca. 

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