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Zé Silvestre quer solução para maus tratos no INSS

16 dezembro 2003 - 17h26

O vereador Zé Silvestre (PT) convocou o gerente executivo Francisco Carlos Silva e representantes do INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) em Dourados na última sexta-feira, dia 12 de dezembro, para darem explicações, na Câmara Municipal, sobre denúncias de maus tratos que usuários do sistema previdenciário vem recebendo por parte dos médicos que fazem parte do quadro de servidores da Previdência e que realizam as perícias na instituição local. As denúncias envolvem os nomes dos médicos Rodolfo Rupp, Jacir Ribas, Ricardo Hespanhol e foram reiteradas junto aos representantes do INSS por onze pessoas, que relataram, uma a uma, a maneira como são atendidas pelos médicos responsavéis pelas perícias. ""Muitos têm seus benefícios cortados sem nenhuma explicação; outros, mesmos com exames que comprovam a incapacidade para o trabalho, são barrados e ainda sofrem maus tratos, por profissionais que são pagos com dinheiro do contribuinte"", criticou Zé Silvestre após ouvir as denúncias. Ele lamentou que apesar dos vários fatos já relatados junto a Ouvidoria do INSS, ""até agora nenhuma medida no intuito de reverter essa situação foi tomada"", com medidas punitivas contra os médicos que, reforçou, ""agem com desdém contra os usuários do sistema previdenciário"".Além das denúncias Zé Silvestre tem em mãos um abaixo-assinado contendo centenas de assinaturas de pessoas que alegam ter sofrido maus tratos durante as perícias médicas no INSS. "Queremos saber o que está acontecendo aqui em Dourados e por que esses médicos não dão um tratamento digno e humano aos beneficiários do INSS", indagou o vereador ao gerente executivo do INSS.O executivo disse que até hoje não existem denúncias formalizadas contra o atendimento dos médicos, apesar da existência do disque-denúncia (0800-780191), e disse que o caso será avaliado. Francisco Silva alegou que não pode simplesmente punir e que as acusações têm de ser fundamentadas e comprovadas. O gerente do INSS se comprometeu em avaliar a situação e garantiu que após as apurações necessárias, tomará providências. "Se as denúncias forem comprovadas, o profissional será penalizado", garantiu Francisco.

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