Foi no mesmo bar da Urca onde toda a história (de amor?) começou, a menos de 500 metros da cobertura de Roberto Carlos, que Wivianne Miranda, de 28 anos, aceitou conversar com o EXTRA. A musa do Rei, como tem sido chamada, já chega chamando os garçons pelo nome, cumprimenta outros clientes e faz o pedido de sempre. “Não nasci para dar entrevista”, logo avisa.
Há dois anos vivendo com a única irmã no Rio, num apartamento com vista para a Baía de Guanabara, ela circula à vontade pelo bairro, mesmo depois da “fama”: “Às vezes passo e ouço alguém dizendo: ‘olha lá a namorada do Roberto’, mas nem dou bola. Meus pais me ensinaram que quando você não tem o que dizer, abaixa a cabeça e segue adiante. Não sou uma oportunista, não tenho intenção de ficar famosa, quero continuar levando minha vidinha”.
Quando o assunto são os galanteios que tem recebido do Rei, de 74 anos, Wivianne parece ter estudado na escola Roberto Carlos de discrição. Mas se até ele quebrou o silêncio em seu site para falar dessa história, depois de dois anos ausente, por que ela não falaria? Aos poucos, mais à vontade, vêm as revelações, e ela admite ter encontrado com o cantor mais de uma vez — uma foto publicada pelo EXTRA mostrava um desses encontros, com Roberto a bordo de sua Lamborghini conversando com ela. “Conversei com ele mais de uma vez, estaria sendo hipócrita se dissesse que não. Ele é um cara muito educado”, revela.
Ao falar do Rei, Wivianne não se comporta como uma súdita, sem tratá-lo como um ídolo nacional: “Para mim ele não é uma figura pública, é um ser humano. Ele tem uma energia incrível. Com um sorriso daquele homem você ganha o dia, esquece os problemas, se transforma”. O maior incômodo para ela foram as críticas por causa da diferença de idade. Embora não assuma um romance, ela não veria problema em estar com alguém com bem mais idade. “Não gostei dos comentários das pessoas por ele ser mais velho. O que envelhece é a carne, não o espírito. Para amar não tem idade. Ele é melhor do que muito gurizinho de 30 anos”, entrega.
Nascida em Brasília e criada em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, ela viu seu nome parar em sátiras de programas locais de sua cidade por conta da história com o cantor, mas leva tudo com bom humor. Filha de militar, ela é formada em Administração, fez pós-graduação em Estatística e trabalha com câmbio, o que a fez conhecer vários países da América Latina. “Meu espírito é cigano”, diz. Talvez por isso, ela tem na ponta da língua qual é sua música preferida do repertório do Rei: “120... 150... 200km por hora” dos versos “eu vou sem saber pra onde nem quando vou parar/ não, não deixo marcas no caminho pra não saber voltar”.
Mas se ela fosse uma música não seria difícil encontrar entre tantas do Roberto Carlos, que já homenageou mulheres pequenas e regravou o clássico paraguaio“Índia”. Com ascendência negra e índígena, Wivianne é uma mulher tipicamente brasileira, mas confessa ter recorrido a algumas plásticas: “Tenho silicone, fiz lipo e enxertei gordura no bumbum. Podendo estar com meus amigos, ganhando dinheiro, não vou perder tempo em academia”.
Se os cuidados com o físico são visíveis, os com o espírito também estão em dia. Assim como Roberto, Wivianne é religiosa e leva no pescoço uma medalhinha de Nossa Senhora: “Sou devota da Nossa Senhora Desatadora dos Nós. Toda quinta feira, meio-dia, vou à igreja na Rua Uruguaiana, no Centro do Rio. Não frequento a da Urca (onde Roberto bate ponto). Aí já seria demais”.
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