Uma vizinha do pai da menina Isabella Oliveira Nardoni, 5 anos, que teria sido assassinada ao ser jogada do 6° andar de um edifício na zona norte de São Paulo, afirmou hoje ao sair do 9º Distrito Policial que havia dado em depoimento informações que poderiam esclarecer o caso.
Em seguida, chorando muito, a testemunha afirmou que "não ouviu nada e não viu nada". Ela depôs na manhã de hoje, juntamente com o marido. Os dois moram no 1º andar do edifício.
Isabella caiu do prédio por volta das 23h30 do último sábado. Segundo os Bombeiros, a menina chegou a ser socorrida e levada para o pronto-socorro da Santa Casa, mas não resistiu aos ferimentos e morreu por volta da 0h.
O delegado Calixto Calil Filho, titular do 9º Distrito Policial (Carandiru), disse que a morte será investigada como homicídio, pois a tela de proteção da janela foi cortada. Havia marcas de sangue no quarto da criança, o que, segundo o delegado, reforça a tese de que ela foi agredida antes de ser jogada.
Depoimento
Por volta das 13h30, um dos policiais militares que atendeu à ocorrência chegou ao 9º DP para prestar depoimento.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Dourados segue em alerta de tempestade com possibilidade de ventos de 40 a 60 km/h

Maranhão: buscas por crianças têm reforço de bombeiros do Ceará e Pará
Autores de violência contra a mulher são alvo de mandados judiciais

Uso de endereços falsos leva a três prisões em flagrante em Ponta Porã

Regulamentação da cannabis medicinal pode ser votada em Comissão
Avança proposta sobre contratação de aprendizes e pessoas com deficiência pelo poder público

Operação sobre fraude em licitação revela envolvimento de advogado com facção criminosa

Carreta Digital leva cursos de tecnologia a estudantes indígenas

Vendas no varejo cresceram 1,5% até novembro de 2025

Quase uma tonelada de maconha é apreendida em caminhão de alimentos
Mais Lidas

Manutenção na rede pode causar falta de água em cinco bairros de Dourados nesta terça-feira

Banco é condenado por cobranças no ambiente de trabalho de cliente

Bebê internada em Dourados após consumir fórmula tem apenas dois meses
