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Vereadores querem CPI do Kayatt; prefeito diz não temer

12 agosto 2009 - 16h00

Depois da publicação de matérias sobre uma possível CPI para investigar o envolvimento do o prefeito de Ponta Porã, Flávio Kayatt nas operações Owari e Brothers, o chefe do Executivo resolveu ir à uma rádio paraguaia e contar a visão dele dos fatos.
Kayatt deu a entender que “não está ligando muito para o caso” e disse que se os vereadores quiserem fazer, que façam. “Eu, infelizmente não pude e não vou atender as exigências dos vereadores, talvez esse seja o fato deles estarem realizando essa CPI. Eu quero mais é que eles investiguem, procurem, fiscalizem e trabalhem sobre tudo para que a população tenha conhecimento dos fatos. Isso aí vai mostrar mais do que nunca de que a gente sempre trabalhou serio e é por isso que Ponta Porã mudou”, disse o prefeito.
Ele tentou convencer a população de sua inocência citando o “povo” como seu aliado. “Eu devo a minha vida a minha população, e jamais vou pecar para uma população que sempre me deu apoio nos momentos mais difíceis da minha vida. Eu tenho um caso de simbiose com a população da minha cidade”, declarou o prefeito.
Não é contra nem um pouquinho? 
Perguntado se ele não temeria uma CPI, ele disse que não. “De forma alguma, vereador tem que fiscalizar mesmo. Vereador não tem que ficar reunindo uma vez por semana, vereador tem que trabalhar todos os dias. Eu quando fui vereador, corria os bairros todos dias e fiscalizava, e não foi pisando nos outros que eu cresci politicamente”, desabafou o prefeito.
CPI 
Já teriam assinado o documento de instalação de CPI cinco vereadores que integram o bloco de oposição à atual administração: Dário Honório (PSDB), Ramão de Deus e Lourdes Monteiro (DEM), Ludimar Novaes (PPS) e Adão Dauzacker (PSB).
A CPI investigaria todos os pontaporanenses que eram do executivo e tiveram prisão decretada ou o nome envolvido nas operações Brother e Owari.
Em Dourados... 
Marcelo Barros do DEM queria fazer o mesmo em Dourados, instalar uma CPI para investigar também o Executivo, na figura de Ari Artuzi, porém não conseguiu assinaturas nem mesmo de seus partidários, mas o caso ainda não foi encerrado e ele não desistiu da idéia.
Manifestações de movimentos sociais pedem o afastamento de vereadores da cidade envolvidos no caso, porém, até o momento ninguém deu sinal de que vai deixar o cargo.

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