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Venezuela: OEA e Centro Carter dizem que referendo será pacífico

10 agosto 2004 - 20h12

Os chefes das missões de observadores internacionais da OEA e do Centro Carter mostraram-se confiantes hoje, terça-feira, de que o referendo revogatório presidencial venezuelano de domingo acontecerá pacificamente e sem maiores inconvenientes técnicos. Depois de se reunir com líderes da coalizão opositora Coordenadora Democrática, o chefe da missão da Organização dos Estados Americanos (OEA), o brasileiro Valter Pecly Moreira, disse que "encontra um ambiente geral de paz e tranqüilidade na Venezuela", o que espera que continue até domingo. O representante do americano Centro Carter (CC), Francisco Diez, expressou as mesmas opiniões e defendeu a efetividade do novo sistema automático de votação, que será utilizado no inédito referendo revogatório sobre o mandato do presidente Hugo Chávez. "Depois de observar as simulações das novas máquinas de votação, a missão acredita que elas funcionarão com segurança e protegerão a privacidade do voto", disse Diez aos jornalistas. Diez afirmou que o CC apóia as decisões do CNE de proibir tanto a publicação de sondagens durante os sete dias prévios à votação do próximo domingo, como a emissão de projeções e de resultados preliminares do referendo antes do primeiro boletim oficial do organismo eleitoral. Em declarações prévias, o chefe da missão da OEA classificou de pouco saudável para o processo a emissão de resultados extra-oficiais do referendo no próximo domingo, como anunciou o líder opositor e governador do estado de Miranda, Enrique Mendoza. "Nós na OEA consideramos que a divulgação de dados não oficiais não é saudável. Temos experiências que indicam que isso pode criar problemas", disse aos jornalistas Pecly Moreira. O CNE indicou nesta terça-feira que divulgará os primeiros resultados do referendo presidencial do próximo domingo no máximo três horas depois do fechamento dos centros de votação. Diez também anunciou que a missão conjunta de observadores da OEA e o CC "se deslocará para 22 dos 24 estados do país no dia 13 de agosto, para se reunir com as autoridades locais do CNE e os líderes das opções políticas no dia 14". Para que Chávez deixe a presidência, é preciso que seus opositores consigam mais do que os 3,7 milhões de votos que o governante obteve nas eleições de 2000, além de superar a votação que os simpatizantes do presidente alcançarem.

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