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Variedade de girassol é opção de lucros no inverno, diz Embrapa

25 maio 2006 - 12h59

“Definitivamente é o momento do girassol”. Com estas palavras Ademar Zanatta, supervisor do Escritório de Negócios da Embrapa de Dourados sustenta que a cultura nunca teve um ambiente tão favorável no agronegócio. Até então destinado apenas para a produção de óleo comestível, mel, silagem e ração para pássaros, desponta atualmente como a grande opção para a produção de bio-combustível.  O girassol trás como vantagem a possibilidade de ser cultivada em diversas épocas do ano, sendo indicada para plantio na nossa região nos meses de Fevereiro e Setembro, suportando baixas temperaturas e precipitação pluviometrica. Atualmente na região de Laguna Carapã, Amambai, Itahum e Ponta Porã estão em fase de floração e com boas perspectivas em torno de 350 hectares de campos de multiplicação de sementes, implantados com sementes básicas comercializadas pela Embrapa-SNT. Estamos nos esforçando para tornar nossa região uma grande exportadora de sementes. Outras lavouras para produção de grãos também são realidade a exemplo da Fazenda São Gabriel de Ponta Porã, Fazenda Paraíso de Itahum, Fazenda Santa Izabel de Eldorado. Outros campos de produção de sementes estão em Primavera do Leste e Sinop no Mato Grosso e em Barreiras na Bahia. A variedade Embrapa 122/V.2000 criada pela Embrapa de Londrina a partir de material genético conhecido como Issanka, introduzido da França e submetido a quatro ciclos de seleção massal estratificada, alternados com três ciclos de seleção de progênies de meio-irmãos, para ser lançada foi avaliada em 72 ambientes entre 1991 a 1996 e indicada para os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Piauí e Distrito Federal.   A partir de 1997 a unidade de produção de Dourados, a única a “encampar” a idéia de multiplicar sementes, já produziu 109 toneladas bruta. O V.2000 trata-se de uma “variedade” de ciclo precoce (100 dias); altura média de 1,55m; 44% de teor de óleo; produtividade média de 1.600 kg/há; “Por não ser híbrido, seu custo de produção é ainda mais baixo, com as sementes custando em torno de R$22,50 por hectare”. 

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