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Vacinas contra febre aftosa só foram liberadas ontem em Ponta Porã

31 dezembro 2003 - 14h09

As 500 mil doses de vacina contra febre aftosa que foram doadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o Paraguai ficaram retidas na segunda-feira no Posto de Vigilância Agropecuária de Ponta Porã. Segundo a Fiscal Federal do Ministério da Agricultura, Pierina Maria Damigo, faltaram alguns documentos para a legalização da doação ao Serviço Nacional de Controle Sanitário Animal do Paraguai. Ontem toda a documentação foi apresentada e as doses de vacina puderam seguir para Assunção. Na segunda-feira foram entregues 1 milhão de doses para a Bolívia. Juntos os dois paises que fazem fronteira possuem um rebanho de 17 milhões de cabeças de gado. A doação das doses de vacina para os dois paises foi definida em julho, quando o ministro Roberto Rodrigues participou de um encontro com o ex-presidente boliviano Gonzalo Sanches de Lozada e ministros da agricultura de vários paises para discutir o combate a doença na América do Sul. Com um rebanho de 183 milhões de cabeças dentro da área reconhecida como livre da doença, as autoridades sanitárias do Brasil sabem que é importante manter uma espécie de cinturão de proteção contra a febre aftosa e não registra um caso da doença há mais de dois anos.Em julho, o ministro Roberto Rodrigues participou de um encontro emergencial, com a presença do então presidente boliviano Gonzalo Sánchez de Lozada e seis ministros da Agricultura do continente, para discutir políticas e estratégias regionais de combate à aftosa na América do Sul. Recentemente, a Bolívia detectou dois focos de aftosa nas comunidades de Monteagudo (Departamento de Chuquisaca) e Betanzos (Departamento de Potosí), situados na Bacia do Rio Prata, a 3 km da fronteira com a Argentina e a 7 km da fronteira com o Paraguai. A doação das doses de vacina custará R$ 1,4 milhão ao Brasil, e teve a aprovação Conselho Agropecuário do Sul (CAS) que esteve reunido em novembro, na Cidade do Panamá. Criado em abril deste ano, o CAS tem o objetivo de intensificar a cooperação sobre o controle sanitário e fitossanitário no Cone Sul para atender à crescente demanda por segurança alimentar. (Antonio Coca)  

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