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União da apoio para a implantação do pólo gasquímico

28 outubro 2003 - 14h24

O governo federal deu hoje sua chancela para a implantação do pólo gasquímico binacional entre Corumbá, em Mato Grosso do Sul e Puerto Suarez, na Bolívia. O apoio foi assegurado na reunião em Brasília (DF), entre o governador Zeca do PT, a ministra das Minas e Energia, Dilma Roussef, o deputado federal Vander Loubet (PT), o senador Delcídio do Amaral (PT), o subsecretário de Representação do Distrito Federal, Raufi Marques, e o diretor-geral do grupo espanhol Espansion Exterior, Alejandro Varon, que está interessado em investir inicialmente US$ 400 milhões para viabilizar o empreendimento, e que veio para o país especialmente para esta audiência.Durante a reunião a ministra ficou entusiasmada com o projeto do pólo gasquímico binacional apresentado pelo governador e pelo diretor-geral da Espansion, e disse que o empreendimento é importante e estratégico para o governo federal porque cria novas alternativas de utilização do gás natural que vem da Bolívia. “Esse é um projeto que faz todo o sentido quando se analisa toda a conjuntura, e o que interessa para o governo federal é que ele saia do papel e se concretize”, afirmou ela, de maneira contundente.Segundo o governador Zeca do PT, o projeto do pólo gasquímico é estratégico não apenas para o desenvolvimento de Corumbá, do Estado e até mesmo do País, porque contempla vários aspectos. Primeiro, como é um projeto binacional, que será desenvolvido junto com o governo boliviano, se alinha a idéia de integração da América do Sul que é defendida pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Em segundo lugar, corrobora com todo o trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo governo federal através do Ministério das Minas e Energia, até a crise na Bolívia, para que ocorra a redução do preço do gás já que o produto será matéria prima para o pólo, e terceiro, funciona como uma válvula de escape do governo boliviano para aliviar o clima de tensão no país, já que o empreendimento prevê em um prazo de três a quatro anos o investimento de US$ 1 bilhão, com a geração de milhares de empregos. “Esse é um projeto que vai modificar definitivamente a base econômica de Mato Grosso do Sul e toda a região de Puerto Suárez na Bolívia”, analisou o governador, dizendo que seu sonho é que até o fim de seu mandato, pelo menos a primeira etapa do pólo esteja implantada sendo produzidos na região entre outros produtos o gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo

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