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ELEIÇÕES

TRE-RJ define nesta quarta se pedirá apoio das tropas federais na eleição

27 agosto 2014 - 09h59

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) vai discutir nesta quarta-feira (27) a segurança nas eleições no Rio e decidir se pede a presença de tropas federais em algumas comunidades, que estariam oferecendo risco a candidatos e eleitores. Na manhã de terça-feira (26), uma operação da Polícia Civil terminou com uma intensa troca de tiros na Rocinha, poucas horas antes da visita do governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB).

Um relatório da Secretaria de Segurança Pública (Seseg) revela que candidatos estariam sendo impedidos de fazer campanha em 41 comunidades no estado. Dezesseis delas seriam dominadas por milícias e outras 15 pelo tráfico e associações de moradores ligadas a criminosos. As outras 10 têm Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs).

O tiroteio na Rocinha, uma das que têm UPP, começou por volta das 9h. Segundo moradores, bandidos queimaram uma moto para desviar a atenção da polícia. Horas depois, Pezão deu entrevista na comunidade. Esse tipo de situação fez com que um desembargador eleitoral pedir um relatório sobre a presença de traficantes e milicianos em favelas do Rio.

A Justiça quer saber se os criminosos estão dificultando a entrada de candidatos em campanha nestes locais. No documento, a Secretaria de Segurança diz que algumas comunidades estão sendo monitoradas pela polícia. "Tem excesso de problema, criminalidade, vamos dizer assim, dificultando ou impedindo a propaganda eleitoral ou dificuldade de contingente para reprimir isso. E isso compromete a lisura da eleição de 2014 aqui do Rio de Janeiro”, afirmou o desembargador Fábio Uchôa.

O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, não quis dar detalhes do documento, alegando sigilo. Ele disse que não há nenhuma ameaça registrada, mas não descartou a ajuda federal.
"O meu posicionamento é um posicionamento até então reservado, de caráter sigiloso, porque eu tenho policiais trabalhando nessas áreas, não posso expô-los, mas não vou negar essa informação para o órgão competente. O que eu posso dizer é que eu sempre fui parceiro de qualquer força e se o Tribunal Regional Eleitoral entender de chamar, não há problema nenhum.", afirmou Beltrame.

Para o dia da eleição, o governo diz que a segurança está garantida. "No período eleitoral sim, isso sempre há. Só pra você saber, hoje eu acho que o TRE já tem 200 ou 250 PMs à disposição do TRE, mas isso no dia da eleição sempre foi e nós temos graças a deus aqui um histórico muito positivo no período eleitoral no Rio de Janeiro.

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