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Trabalhadores sem-terra aperfeiçoarão técnicas de teatro

20 outubro 2004 - 14h03

Dando continuidade ao trabalho de formação dos atores e atrizes do MST-MS (Movimento dos Trabalhadores Sem Terra de Mato Grosso do Sul) será realizado agora em outubro uma oficina integrante da segunda edição do Terra, Teatro e Cidadania. Quarenta e cinco pessoas participarão do encontro que acontecerá em Sidrolândia entre os dias 19 e 28, no Centro de Capacitação do Assentamento Geraldo Garcia. Entre as atividades programadas estão o aprendizado do trabalho com Fantoches - Produção e Manipulação, que será ministrado pela produtora cultura de Campo Grande, Andréa Freire. Segundo Alessandra Moraes, do setor de cultura do MST-MS e integrante do Grupo Utopia de Teatro, a opção de começar a contar com os fantoches nas peças que tratam principalmente de temas de formação sócio-políticas é para "conseguir atingir o público infantil, além de chamar a atenção dos adultos", afirmou.O produtor e diretor de teatro, José Fernando (Grupo Teatro de Narradores/SP), passará aos sul-mato-grossenses um pouco mais sobre o teatro épico, que inclui a forma de linguagem, o aperfeiçoamento e a abordagem das questões políticas. E Rafael Vilas Boas, da Brigada Nacional do Patativa do Assaré, terá como tema o teatro do oprimido e a discussão sobre a organização do setor de cultura do movimento.Alessandra Moraes conta que outras regiões também estão organizando oficinas para formação dos grupos teatrais. Em Mato Grosso o encontro acontecerá de 10 a 20 de outubro e no Distrito Federal será de 27/11 a 3/12. Já no mês de novembro está previsto uma atividade envolvendo representantes de cada Estado do Centro-Oeste.Terra, Teatro e Cidadania I - Em 2003 o projeto, que tem apoio do Governo do Estado, chegou a mais de 150 pessoas em MS, que hoje estão organizadas em sete grupos representando as várias regionais do Estado. Ao todo, estão envolvidas hoje com o setor de cultura do MST-MS mais de 300 pessoas. "Todos os grupos de alguma forma, mesmo que os integrantes estejam separados porque cada um mora em uma área, se reúnem e fazem apresentações para debater alguma questão", explicou Alessandra Moraes. Entre os temas políticos preferidos para criação de peças estão a Alca (Área de Livre Comércio das Américas) e alimentos transgênicos. 

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