O tenente-coronel da PM (Polícia Militar), Gibson de Jesus Maroni Cabral, senta no banco dos réus a partir das 8 horas desta segunda-feira para ser julgado pelo crime de homicídio.
O júri popular será em Jardim, a 226 quilômetros de Campo Grande, onde no dia 22 de dezembro de 2003 Altair Cavalheiro Flores Neto, o “Neto Ferro”, foi assassinado a tiros. O oficial é um dos acusados. Ele teria mandado matar o jovem.
Além do policial, são acusados pelo crime: o filho dele, Bruno de Matos Maroni e Celso Rodrigues Romeiro. O homicídio teria sido motivado por desavenças entre a vítima e Bruno.
Neto foi executado com cerca de 20 tiros de pistolas calibre 9 mm, 7.65 mm e revólver 38 no interior do carro dele. A esposa dele foi retirada do banco do passageiro e imobilizada por um dos homens, enquanto outros três faziam a execução.
Na noite do crime, Neto teve um desentendimento com o filho do tenente-coronel Maroni, por ciúmes da esposa. Os dois brigaram e a vítima agrediu o filho do militar. O rapaz teria ligado para o pai, que estava em Ponta Porã pedindo vingança.
Pai e filho chegaram a ser presos, mas respondem ao processo em liberdade, assim como o terceiro acusado. O oficial já foi comandante da PM de Ponta Porã e de Jardim. O julgamento já foi adiado por três vezes.
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