Menu
Busca sexta, 23 de outubro de 2020
(67) 99659-5905
MEDIDA

Temer não quer deixar a reforma da Previdência para o próximo presidente

Temer não quer deixar a reforma da Previdência para o próximo presidente

23 dezembro 2017 - 07h30

O presidente Michel Temer voltou a defender a reforma da Previdência na manhã de hoje (22), em Brasília. Durante café da manhã com jornalistas, o presidente voltou ao tema, como disse ele, “para que não caia no ouvido do esquecimento neste mês de janeiro”. Temer disse que se a matéria não for votada em 19 de fevereiro, a intenção do governo é que a matéria se mantenha na pauta de votações e não fique para o próximo presidente da República.

“A ideia é que se mantenha na pauta. Vamos mantendo na pauta. Se não conseguir, paciência”. Ao dar a declaração, ele repetiu uma expressão que agitou negativamente os mercados em novembro. Na ocasião, a bolsa de valores caiu com o impacto de uma possível não aprovação da reforma. E o presidente parece ter se lembrado do episódio, porque emendou, logo em seguida, uma declaração mais confiante na aprovação da reforma.

“Mas eu não quero ser pessimista. Sou otimista, acho que a essa altura já está havendo esclarecimentos, dos mais variados, que levarão aos colegas parlamentares a convicção de que vale a pena aprovar a reforma da Previdência”, emendou rapidamente o presidente, sob olhar do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, sentado a seu lado.

Para Temer, o governo perderá simbolicamente, além de economicamente, caso a reforma não seja aprovada. Temer acredita que os índices positivos de inflação e juros conquistados nos últimos meses seriam perdidos. “Perde o governo até simbolicamente. A inflação e juros estão sob controle. O que pode acontecer é a quebra desse controle. Seria péssimo para economia, além do descrédito de natureza nacional e internacional”.

O ministro Henrique Meirelles também defendeu a reforma. Para ele, o que está sendo discutido não é se a forma será feita, e sim quando. “A reforma da Previdência no Brasil será feita, isso não há dúvida. Nós não estamos discutindo o se, e sim o quando. E o quando é agora, fevereiro. Se a reforma da Previdência não for aprovada, daqui alguns anos não terá recursos para a educação, para a saúde, nem para a segurança. Isso é inadministrável”.

Deixe seu Comentário

Leia Também

RIO DE JANEIRO
Criador do bordão 'bigodin finin, menino de 16 anos morre após mergulho
EDUCAÇÃO
Câmara de Ensino da UEMS ocorre nos dias 3 e 4 de novembro
BATAYPORÃ
Motorista perde o controle e tomba carreta carregada com bois na MS-276
AVANÇO DA PANDEMIA
Brasil ultrapassa 156 mil mortes por Covid, com média móvel de 471 por dia
PORTO
Sete pessoas são encontradas mortas dentro de contêiner no Paraguai
POLÍTICA E PANDEMIA
STF vai discutir em plenário se vacinação contra Covid será obrigatória
CAMPO GRANDE
Colisão entre veículo e carreta deixa motorista em estado grave na BR-163
EDUCAÇÃO
UFGD sediará um dos maiores eventos do agronegócio brasileiro
CAMAPUÃ
Homem morre após bater motocicleta na traseira de veículo na MS-436
DOURADOS
Acusado de matar mulher por asfixia no Canaã I é preso no Piratininga

Mais Lidas

DOURADOS
Carona de motociclista que morreu em acidente com carreta corre risco de ter perna amputada
DOURADOS
Vítima de acidente na Marcelino Pires morre na mesa de cirurgia
FEMINICÍDIO
Agredida a tijoladas, mulher morre em Dourados após nove dias de internação
POLÍCIA
Carona de motociclista que morreu em acidente é transferida para o Hospital Universitário