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Tabela do IR será corrigida em 2006, diz Marinho

22 setembro 2005 - 10h43

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, disse ontem, que a tabela do Imposto de Renda Pessoa Física será corrigida em 2006 e em 2007, para que os ganhos salariais dos trabalhadores não se percam na reordenação de faixas de alíquota. Negociações nesse sentido devem ser concluídas, com a Receita Federal, até a primeira semana de dezembro. "Quando fechar o orçamento, em dezembro, essa decisão estará tomada. Isso para já valer a partir de janeiro de 2006", afirmou Marinho.Segundo o ministro, a correção será de 7%, sendo aplicada parte no Imposto de Renda ano-base 2006 e outra parte no ano-base 2007. No final do ano passado, houve uma correção de 10% na tabela do IR, aplicada no ano-base 2005, que será declarado no ano que vem. O reajuste corrigiu parte da inflação acumulada em 2003 e 2004. Os 7% a serem aplicados no próximo ano, conforme explicou Marinho, são resíduo dos 17% de perdas inflacionárias acumuladas no governo Lula. "Nós vamos levar em consideração, nesse processo de negociação, os 7% restantes e o que será acumulado no período deste ano e o mesmo no ano seguinte", observou. De janeiro a agosto deste ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), usado para basear os reajustes salariais, acumula perdas de 3,3%.Luiz Marinho disse que a correção da tabela do Imposto de Renda é uma questão de justiça social. "Se os trabalhadores tem correção salarial, é justo que se corrija a tabela do Imposto de Renda para ele não aumentar seu pagamento, a retirada do Leão no holerite", justificou. Muitos trabalhadores perdem o que ganharam de reajuste salarial na hora de prestar contas com o Leão porque passam a pagar uma alíquota maior. Hoje, o Imposto de Renda tem duas alíquotas que incidem sobre duas faixas salariais, a de 15% sobre salários acima de R$ 1.164,01 e a de 27,5% sobre salários acima de R$ 2.326. Para o ministro do Trabalho, uma esperada perda na arrecadação pode ser compensada com uma movimentação maior no mercado e, conseqüentemente, mais consumo. "Essa é a visão colocada no debate da correção", revelou. 

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