Os ministros da 5ª Turma do STJ (Superior Tribunal de Justiça) retomam sexta-feira (4) o julgamento do recurso especial em que um casal homossexual tenta ter a união estável reconhecida. A conclusão do julgamento depende do voto do ministro Massami Uyeda, que foi quem o interrompeu, com um pedido de vista.
Esta é a primeira vez que o STJ analisa pedido deste tipo sob a ótica do direito de família --antes, valia apenas o aspecto patrimonial.
O relator do recurso, ministro Antônio de Pádua Ribeiro, atualmente aposentado, votou pelo reconhecimento. O ministro Fernando Gonçalves, contudo, votou em sentido contrário ao do relator --para ele, a Constituição define como entidade familiar a união estável entre homem e mulher. O ministro Aldir Passarinho Junior também votou contra o reconhecimento.
Uyeda é o último a votar, pois o quinto integrante, o ministro Hélio Quaglia Barbosa, morreu.
Se Uyeda votar a favor do reconhecimento e houver empate, o ministro João Otávio de Noronha, que substitui o aposentado Ribeiro, vota.
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