O presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), ministro Raphael de Barros Monteiro Filho, aceitou o pedido de licença médica feito pelo ministro Paulo Medina. A Polícia Federal colocou Medina no centro do esquema de comercialização de sentenças a favor de bingueiros e bicheiros.
Medina, segundo a PF e a Procuradoria, pode ter negociado por R$ 1 milhão, por meio de seu irmão Virgílio (que permanece preso), uma liminar concedida por ele em 2006 (e depois cassada pelo STF).
Com essa liminar, foram liberadas 900 máquinas caça-níqueis que haviam sido apreendidas em Niterói (RJ).
Medina tem 15 dias para apresentar ao STF (Supremo Tribunal Federal) explicações e sua defesa no caso.
As investigações também descobriram que Virgílio emprestou para o irmão R$ 440 mil. O advogado do ministro disse que o dinheiro foi para a compra de um apartamento e que consta da declaração do IR do ministro.
Licença médica
Medina pediu afastamento do tribunal por 28 dias --de 20 de abril a 18 de maio-- alegando problemas de saúde. O afastamento é remunerado, ou seja, ele não terá desconto dos dias parados em seus vencimentos.
Segundo a defesa de Medina, o ministro sofreria de fortes dores nas pernas --motivo que já o fez tirar três licenças no ano passado.
O STJ pediu informações ao STF (Supremo Tribunal Federal) informações sobre o caso para se manifestar a respeito do ministro. No entanto, o STF ainda não teria repassado essas informações.
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